- Dozens de estados ocidentais apoiaram a Ucrânia e condenaram a agressão russa em uma reunião da ONU em Genebra, que ocorreu no quarto aniversário da invasão.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, pediu que os aliados mantenham o apoio, apesar de divergências sobre novas sanções a Moscou.
- O ministro de Relações Exteriores da Noruega, Espen Barth Eide, afirmou que a Rússia viola todos os princípios defendidos pela ONU, encerrando com “Glória à Ucrânia!”.
- Os Estados Unidos não participaram da sessão de forma representativa.
- Anteriormente, diplomatas europeus saíram de discurso do embaixador russo no Conselho de Desarmamento; a presidente da Assembleia Geral da ONU, Annalena Baerbock, mencionou uma moção ligada à preocupação com a invasão e à exigência de cessar-fogo.
Dozens of países ocidentais participaram de uma reunião das Nações Unidas em Genebra, nesta terça-feira, para apoiar a Ucrânia e condenar a agressão russa. O encontro ocorreu no quarto aniversário da invasão da Rússia.
O encontro, na presença de países como França, Reino Unido, Canadá, Japão e Peru, contou com a participação do ministro das Relações Exteriores da Noruega, Espen Barth Eide, que criticou as ações da Rússia e disse que violam princípios básicos da Organização das Nações Unidas.
A reunião teve a participação de presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, que pediu aos aliados que mantenham o apoio. O governo dos EUA não enviou representante ao evento.
Outros developments
Paralelamente, a ministra de Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, afirmou em Nova York que uma moção prevista no âmbito da Assembleia Geral da ONU expressaria preocupação com a invasão e pediría um cessar-fogo incondicional e paz duradoura.
Antes disso, em Genebra, diplomatas europeus deixaram uma fala do embaixador russo no Congresso de Desarmamento, protestando com bandeiras ucranianas e fitas com as cores nacionais.
O secretário-geral da Assembleia Geral, na ocasião, destacou a importância de uma resolução que exija fim imediato das hostilidades e uma solução pacífica para o conflito.
Fonte: repórteres Emma Farge e Cecile Mantovani; edição de Friederike Heine e Kevin Liffey.
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