- O Kremlin informou que houve um grande número de violações pelo aplicativo Telegram e que o governo está tomando medidas em resposta à suposta relutância do app em cooperar com a Rússia.
- A investigação contra o fundador do Telegram, Pavel Durov, foi aberta no âmbito de um caso criminal de “facilitação de atividades terroristas”, segundo a mídia estatal que cita o FSB.
- O Telegram é amplamente utilizado na Rússia e na antiga União Soviética; a empresa tem negado várias acusações de que o app seja refúgio para atividades criminosas.
- Alega-se que o app está envolvido em violações de criptografia, entre outras acusações que o Telegram diz ter negado.
- A FSB e autoridades russas continuam investigando o Telegram enquanto o serviço nega vínculos com atividades criminosas ou com espionagem de serviços estrangeiros e ucranianos.
O Kremlin afirmou nesta terça-feira que as autoridades registraram um grande número de violações por parte do aplicativo de mensagens Telegram e que estão tomando medidas em resposta à suposta relutância da plataforma em cooperar com a Rússia. A declaração foi veiculada pela imprensa estatal.
Segundo a fonte, as ações investigativas decorrem de um cenário em que o Telegram estaria operando fora da lei, segundo o governo, o que motivou respostas do poder público. O anúncio reforça a posição de que a empresa não tem colaborado com autoridades russas.
A Rússia abriu uma investigação sobre Pavel Durov, fundador do Telegram, como parte de um inquérito criminal relacionado à “facilitação de atividades terroristas”, conforme reportado pela mídia estatal.
Telegram tem papel central no uso na Rússia e na ex-União Soviética, mas nos últimos dias a empresa negou diversas acusações de que o app seria abrigo para atividades criminosas e estaria comprometido por serviços de inteligência ocidentais e ucranianos.
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