- O porta-voz militar do grupo M23, Willy Ngoma, foi morto em ataque com drone das forças armadas no leste da República Democrática do Congo, na terça-feira.
- A informação foi confirmada por um diplomata regional, por um alto funcionário do M23 e por um assessor ocidental do governo.
- O ocorrido ocorreu na região leste da República Democrática do Congo.
- A confirmação da morte veio em meio a relatos divulgados em 24 de fevereiro.
- Não foram detalhadas informações adicionais sobre outros feridos ou consequências do ataque.
O porta-voz militar do grupo rebelde M23, Willy Ngoma, morreu em um ataque com drone das forças armadas no leste da República Democrática do Congo. A informação foi confirmada por um diplomata regional, por um alto dirigente do M23 e por um assessor ocidental do governo.
Segundo as fontes, Ngoma foi morto na terça-feira, em território da RDC, durante uma ofensiva que visava o grupo armado na região leste do país. As circunstâncias exatas do ataque não foram divulgadas pelas autoridades, que mantêm sigilo sobre operações militares.
Ngoma era figura pública do M23 e passou a atuar como porta-voz do grupo, que opera há anos na região nordeste do país. A morte dele agrava tensões já elevadas entre forças congolesas e facções armadas na área.
Contexto regional
A região de Kivu tem sido palco de confrontos entre forças congolesas e milícias desde 2012, com várias ofensivas financiadas por potências externas. Autoridades locais costumam atualizar as informações com cautela, diante da volatilidade do conflito.
A confirmação da morte não inclui detalhes sobre responsabilidade direta pela ofensiva. Autoridades militares e diplomatas devem emitir novos comunicados nos próximos dias. As reações oficiais a nível regional ainda não foram divulgadas.
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