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Quatro anos da invasão da Ucrânia são comemorados nesta terça-feira

Quatro anos da invasão à Ucrânia: Zelensky pede apoio da UE e adesão até 2027; Rússia amplia o confronto e mantém vias diplomáticas

Pessoas se reúnem na cidade ucraniana de Bucha para marcar 4º aniversário da invasão russa 24/2/2026 REUTERS/Alina Smutko
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  • Em 24 de fevereiro de 2022, forças russas iniciaram invasão de larga escala na Ucrânia, completando quatro anos de conflito.
  • O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky pediu apoio contínuo aos aliados; a União Europeia busca novo pacote de sanções contra a Rússia e um empréstimo de 90 bilhões de euros para a Ucrânia, mas a Hungria vetou ambos.
  • Zelensky disse que a adesão à União Europeia pode garantir segurança futura, com Kiev pronta até 2027; a UE avalia oferecer alguns benefícios antes da adesão plena.
  • Líderes da UE participaram de orações ao lado de Zelensky em Kiev, na catedral de Santa Sofia, em um sinal de apoio que não era visto nos anos anteriores.
  • O Kremlin afirmou que a intervenção ocidental ampliou o conflito; Peskov disse que Moscou busca paz, mas as negociações, mediadas pelos Estados Unidos, parecem estagnadas por questões territoriais, e o conflito já deixou centenas de milhares de mortos e feridos.

Há exatos quatro anos, em 24 de fevereiro de 2022, forças russas iniciaram uma invasão militar de larga escala na Ucrânia, ampliando um conflito que começou em 2014. A Rússia chamou a operação de Operação Militar Especial na Ucrânia, e o conflito completa quatro anos nesta terça-feira.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu apoio contínuo dos aliados para sustentar a resistência contra a Rússia. Enquanto isso, debates na União Europeia envolviam novas sanções ao Kremlin e um empréstimo de 90 bilhões de euros para a Ucrânia, sob disputa entre membros e aliados.

A Ucrânia também aponta danos ao gasoduto Druzhba, alegando reparos após ataques russos, enquanto a Hungria mantém veto aos temas debatidos no bloco. Zelensky destacou, em discurso ao Parlamento Europeu, a defesa do modo de vida europeu e a perspectiva de adesão à UE como garantia de segurança.

Europa e adesão

A União Europeia analisa caminhos para conceder benefícios parciais à Ucrânia antes da adesão plena, ao mesmo tempo em que espera reformas econômicas, democráticas e judiciais no país. Kiev sinaliza meta de prontidão para avançar com a adesão até 2027, conforme balanço político do bloco.

Ao lado de Zelensky, autoridades da UE participaram de cerimônia religiosa em Kiev, em contraste com anos anteriores, quando poucos chefes de governo ocidentais marcaram presença no aniversário do conflito.

Reação russa

O Kremlin afirmou que a intervenção de países ocidentais tornou o conflito mais amplo, envolvendo potências que, segundo Moscou, pretendem destruí-la. O porta-voz Dmitry Peskov disse que, apesar dos combates, Moscou busca alcançar seus objetivos por vias políticas e diplomáticas.

Peskov reiterou que não há definição sobre quando e onde ocorrerá a próxima rodada de negociações, ressaltando que o trabalho continua e depende das ações de Kiev. A Rússia afirma manter-se aberta a um caminho de paz, sujeito a condições.

Negociações de paz

O conflito, considerado o mais violento na Europa desde a Segunda Guerra, resultou em pesadas perdas humanas e danos a cidades ucranianas. As negociações, mediadas pelos Estados Unidos, parecem estagnadas, principalmente por questões territoriais em disputa.

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