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Israel e Líbano chegam a cessar-fogo de 10 dias, afirma Trump

Israel e Líbano concordam com cessar-fogo de dez dias a partir de 17h EST; tropas manterão zona de segurança no sul e seguem negociações sobre Hezbollah

Reuters Israeli soldiers stand on top of a tank in northern Israel, near the Israel-Lebanon border. the tank is an imposing presence, taking up most of the frame.
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  • Israel e Líbano concordaram com um cessar-fogo de dez dias a partir das 17h00 EST (meia-noite no horário local).
  • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, confirmou a participação do país, mas afirmou que tropas manterão uma zona de segurança de 10 quilômetros no sul.
  • O Hezbollah disse estar disposto a participar, desde que haja interrupção abrangente dos ataques em todo o território libanês e sem liberdade de movimento para as forças israelenses.
  • A guerra, iniciada em 2 de março, já deixou mais de 2.000 mortos no Líbano e mais de um milhão de deslocados, com cerca de 37 mil casas destruídas ou danificadas; Israel diz que dois civis foram mortos por ataques do Hezbollah e 13 soldados israelenses foram mortos em combate no Líbano.
  • O anúncio foi feito em meio a conversas diretas em Washington sobre a facilitação do conflito; o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que convidaria Netanyahu e o presidente do Líbano, Joseph Aoun, para a Casa Branca para negociações.

Israel e Líbano concordaram com um cessar-fogo de 10 dias a partir das 17:00 EST (21:00 GMT; meia-noite no fuso local), segundo Donald Trump. O acordo envolve o sul de Israel e o Líbano, onde Hezbollah tem atuado nos últimos seis meses.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, confirmou a participação do país na trégua, mantendo uma zona de segurança de 10 km no sul. Ele afirmou que as tropas permanecerão na região. Hezbollah sinalizou concordância, desde que haja parada total de ataques em território libanês e livre circulação de forças israelenses seja encerrada.

O conflito atual começou em 2 de março, após ataques entre EUA e Israel contra o Irã, com Hezbollah respondendo com foguetes contra o norte de Israel. O grupo justificou as ações como retaliação ao assassinato do líder supremo do Irã, Ayatollah Ali Khamenei.

A guerra já deixou mais de 2.000 mortos no Líbano e deslocou cerca de um milhão de pessoas. Estima-se que 37 mil casas tenham sido destruídas ou danificadas. Israel aponta que ataques de Hezbollah causaram duas mortes civis em solo israelense e 13 soldados israelenses teriam morrido em combate no Líbano.

Paralelamente, autoridades israelenses e o Líbano mantiveram conversas diretas em Washington esta semana, buscando reduzir o conflito. O roteiro permanece incerto, já que a evacuação de civis e a proteção de infraestrutura continuam como prioridades para as partes envolvidas.

Detalhes e perspectivas

Trump afirmou, em rede social, que também convidaria Netanyahu e o presidente do Líbano, Joseph Aoun, para a Casa Branca, para as primeiras negociações desde 1983. O foco seria a relação entre Israel, Líbano e o Hezbollah.

Autoridades libanesas sustentam que a desmilitarização do Hezbollah não pode ser imposta pela força e exigiria negociação. O cessar-fogo anterior entre Israel e Hezbollah encerrou 13 meses de conflito com incidentes quase diários na fronteira.

Netanyahu descreveu a trégua como uma oportunidade, mas reiterou que forças israelenses devem permanecer na região sul para evitar invasões. O envolvimento de Hezbollah, porém, pode exigir novos acordos para reduzir a presença militar de ambos os lados.

As estatísticas oficiais brasileiras apontam que o número de mortos, feridos e o saldo de deslocados no Líbano variam conforme as fontes, com divergências entre números de civis e combatentes. A localização estratégica do sul de Israel contribuiu para a percepção de riscos prolongados na região.

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