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Congressista exibe cartaz com frase ofensiva durante discurso de Trump

Congressista democrata é expulso após exibir cartaz com frase racista durante discurso de Trump, em meio a confrontos com Omar e críticas ao governo

O deputado americano Al Green, democrata pelo Texas, segura uma placa com os dizeres "Pessoas negras não são macacos" enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, discursa sobre o Estado da União na Câmara dos Representantes do Capitólio dos EUA em Washington, DC, em 24 de fevereiro de 2026. Foto: ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP
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  • Um congressista democrata, Al Green (Texas), foi expulso durante o discurso do Estado da União de Donald Trump ao exibir um cartaz com a frase “negros não são macacos”.
  • O cartaz fazia referência a um vídeo racista envolvendo Barack e Michelle Obama, publicado e depois retirado das redes de Trump.
  • Ilhan Omar (Minnesota) também participou da sessão, em momento tenso, gritando com Trump e recebendo resposta do presidente.
  • Omar afirmou que “vocês mataram cidadãos americanos” em referência às mortes de manifestantes durante operações anti-imigração em Minneapolis; Trump respondeu dizendo que eles deveriam ter vergonha.
  • Omar deixou o plenário antes do fim do discurso; a sessão ocorreu na Câmara dos Representantes, em Washington, no dia 24 de fevereiro de 2026.

Um congressista democrata foi expulso durante o discurso de Estado da União de Donald Trump, nesta terça-feira, 24, em Washington. Ele ergueu um cartaz com a mensagem “negros não são macacos”, referindo-se a um vídeo racista apresentado por Trump previamente. O incidente ocorreu durante a sessão conjunta no Capitolio.

O autor da intervenção foi o veterano deputado Al Green, do Texas. Ele permaneceu com o cartaz em mãos por alguns segundos, antes de ser retirada a plateia por segurança, enquanto a plateia entoava “USA! USA! USA!”.

Durante o discurso, a tensão aumentou com a intervenção da congressista Ilhan Omar, de Minnesota. Ela gritou que os democratas deveriam ter vergonha e acusou o governo de ter “matado cidadãos americanos” por operações antimigração.

O tom de confronto se manteve ao longo da apresentação de Trump, que respondeu criticando a postura de democratas que não se levantaram em alguns momentos do discurso. Omar deixou o recinto antes do fim da fala.

Segundo a AFP, o episódio agregou ao histórico de atritos entre a Câmara e a administração, marcado por protestos e expulsões em recentes sessões no Capitólio. Não houve conclusão formal sobre o incidente durante o discurso.

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