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EUA acusam ex-piloto de F-35 por treinar a Força Aérea da China

Ex-piloto de F-35 é acusado de treinar pilotos chineses, destacando tensões entre EUA e China e recrutamento de militares ocidentais pela PLA

United States Department of Justice logo and U.S. flag are seen in this illustration taken April 23, 2025. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo
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  • O Departamento de Justiça dos EUA indiciou e prendeu Gerald Eddie Brown Jr., ex-instrutor de F-35, em Jeffersonville, Indiana, por fornecer serviços de defesa e conspiração para treinar pilotos da Força Aérea da China.
  • Brown, de 65 anos, começou a negociar o contrato em agosto de 2023 para treinar pilotos da PLA com Su Bin, chinês condenado nos EUA em 2016 por hackear redes de defesa.
  • O ex-piloto viajou para a China em dezembro de 2023 e permaneceu lá até o retorno aos EUA em fevereiro, conforme divulgado pelo DOJ.
  • A FBI afirmou que Brown “traíu o país” ao treinar pilotos chineses para enfrentar as forças que ele jurou proteger.
  • O contexto envolve esforços chineses de recrutamento de pessoal militar ocidental e sanções emitidas em 2023 contra entidades ligadas a esse recrutamento para treino da PLA.

Gerald Eddie Brown, Jr., exinstrutor de F-35, foi preso em Jeffersonville, Indiana, acusado de fornecer e conspirar para fornecer serviços de defesa a pilotos da Força Aérea do Exército Popular de Libertação da China (PLAAF, na sigla em inglês). A prisão ocorreu nesta quarta-feira, conforme o Departamento de Justiça.

Brown, de 65 anos, teria iniciado negociações para contracto de treinamento com Su Bin, chinês já condenado a quatro anos de prisão nos EUA por hackerismo envolvendo redes de Boeing e de outros contratantes de defesa. O acordo envolvia treinar pilotos chineses para operações militares.

O ex-piloto viajou à China em dezembro de 2023 e permaneceu lá até retornar aos EUA em fevereiro, segundo o comunicado do ministério. A investigação cita que Brown traiu o país ao treinar pilotos chineses para enfrentar forças americanas.

Contexto

A ação ocorre em meio a tensões entre EUA e China, com alerta de recrutamento de militares ocidentais pela China para treinamento da PLAAF. Autoridades enfatizam que Washington impôs sanções a empresas envolvidas em recrutamento de talento militar ocidental para a aviação chinesa.

A Procuradoria já havia indicado sanções em 2023 a mais de uma dúzia de entidades em diversos países, relacionadas a esse tipo de recrutamento para uso pela PLA. A notícia foi apurada por Michael Martina e revisada pela equipe editorial.

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