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Rosatom afirma continuidade de projetos de usinas no exterior apesar de sanções

Rosatom garante continuidade de projetos nucleares no exterior, apesar de sanções britânicas; empresa não está sancionada e obras no Cazaquistão seguem

Men walk past an exhibition stand of Russia's State Atomic Energy Corporation Rosatom at the Russian Energy Week international forum in Moscow, Russia, October 15, 2025. REUTERS/Ramil Sitdikov
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  • A Rosatom disse que continuará seus projetos de usinas nucleares no exterior e manterá os compromissos, mesmo com novas sanções britânicas a empresas ligadas aos seus projetos.
  • Reino Unido incluiu três subsidiárias da Rosatom vinculadas a projetos no exterior nas sanções mais recentes, por considerar que atuam para fechar contratos de novas instalações nucleares no exterior.
  • A Rosatom não está sob sanções; a empresa afirma que restrições unilaterais são ilegítimas e que a segurança nuclear é prioridade.
  • Em 2024, a Rosatom tinha o maior portfólio mundial de projetos de usinas nucleares no exterior, com 33 unidades de grande capacidade, atuando em países como Turquia, Egito, China, Bangladesh, Hungria e Cazaquistão.
  • No Cazaquistão, a agência atômica local disse que as sanções britânicas não afetam a construção da primeira usina nuclear, pois não há contratos com entidades sancionadas nem planos de envolvimento de subcontratados sancionados.

Rosatom, estatal russa, afirmou nesta quinta-feira que continuará com projetos de usinas nucleares no exterior e manterá seus compromissos, mesmo após sanções britânicas. As medidas atingiram três subsidiárias ligadas a projetos estrangeiros, segundo Londres.

O governo britânico disse que as subsidiárias estão envolvidas em buscar contratos para novas instalações nucleares russas no exterior, abrindo receitas adicionais para compensar a queda de receitas com petróleo. Rosatom classificou as restrições unilaterais como ilegítimas sob o direito internacional e ressaltou que a segurança é prioridade em energia nuclear pacífica.

A empresa não está sujeita a sanções, informou a Rosatom, que mantém o papel de maior construtora de usinas nucleares do mundo, com participação estimada em 90% do mercado global e um portfólio de 33 grandes unidades no exterior. Projetos atuais incluem instalações na Turquia, Egito, China, Bangladesh, Hungria e Cazaquistão, entre outros.

Projeto no Cazaquistão

Em junho de 2025, o Cazaquistão escolheu a Rosatom para liderar um consórcio internacional que construirá a primeira usina nuclear do país. A Agência Nuclear do Cazaquistão (KAEA) informou que as sanções britânicas não afetarão a construção, pois não há contratos com entidades sancionadas nem planos de envolvimento como subcontratados.

A KAEA afirmou que as obras seguem conforme o cronograma e que acompanha as políticas de sanções de outros países, avaliando riscos. O andamento da construção permanece sob supervisão da agência, que ressaltou a autonomia de decisões contratuais locais.

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