- Cazas de combate da Royal Air Force sobrevoaram Oriente Médio após o início do ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.
- O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, convocou o gabinete COBRA para avaliar a situação e afirmou que o país não participou dos ataques, mas aumentou a coordenação da defesa na região.
- Starmer disse que as forças britânicas permanecem ativas e que os aviões estão no céu para proteger cidadãos, interesses e aliados, conforme a legislação internacional.
- No mês anterior, o Reino Unido já havia deslocado Typhoons para o Qatar, para proteger a base de Al Udeid e outras instalações, além de enviar seis F-35 e material de defesa aéreo para a base Akrotiri, em Chipre.
- Internamente, há divergências: a oposição trabalhista teme violação da legalidade internacional, enquanto a oposição conservadora expressa apoio à ação dos EUA e de Israel.
Cazas de combate da Royal Air Force sobrevoaram Oriente Médio nas horas seguintes ao ataque conjunto dos EUA e de Israel contra o Irã. Ng foi convocado o gabinete de crise COBRA para avaliar a situação, e o premiê Keir Starmer informou que o Reino Unido não participou dos ataques, mas reforçou a coordenação da defesa na região.
Starmer afirmou que as forças britânicas seguem ativas e que os aviões do país cumprem operações regionais de defesa para proteger cidadãos, interesses britânicos e aliados, conforme a legislação internacional.
O premiê tentou equilibrar a relação com os EUA, mantendo divergências sobre o uso de bases no exterior. Vizinhanças diplomáticas com Washington foram citadas como fator sensível na condução da resposta britânica.
Envolvidos e bases
Em ações anteriores, o Reino Unido já havia deslocado Typhoons para Qatar, para proteger a base de Al Udeid e outras instalações. Além disso, chegaram à base Akrotiri, em Chipre, seis F-35 e outros equipamentos de defesa aérea.
O texto indica que, no ataque atual, nenhum caça britânico decolou de bases no território do Reino Unido, destacou a comunicação governamental.
Reações internas e contexto regional
A oposição interna diverge: Emily Thornberry, da bancada trabalhista, reitera a necessidade de resistir à entrada em conflito sem base legal clara e sem ameaça imediata ao Reino Unido.
Entre os conservadores, Kemi Badenoch expressou apoio aos aliados e à ação contra o que classificou como ameaça iraniana, ressaltando condenação ao regime e aos seus atentados. Em vez de apoio explícito, o governo destacou cooperação regional.
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