- O primeiro‑ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, justificou a ofensiva militar coordenada com os Estados Unidos contra o Irã como medida indispensável para neutralizar a “ameaça existencial”.
- Em discurso logo após o início dos bombardeios, ele lembrou slogans hostis do Irã contra Israel e ataques a cidadãos americanos.
- Netanyahu afirmou que a ação pode abrir espaço para que o povo iraniano se liberte da tirania e construa um Irã livre, com mudanças internas no país.
- A posição de Israel vê o Irã como principal patrocinador de terrorismo global, usando proxies como Hezbollah, Hamas e milícias xiitas para desestabilizar a região.
- O texto cita episódios históricos e recentes, incluindo a tomada da embaixada dos EUA em Teerã (1979), ataque a Beirute (1983), ataque às Torres Khobar (1996), assassinato do general Soleimani (2020), guerra de 12 dias em 2025 e avanço do programa nuclear próximo a 90%.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou a justificativa para a ofensiva coordenada com os Estados Unidos contra o Irã. Segundo ele, a operação é necessária para neutralizar a “ameaça existencial” que o governo de Teerã representa. O anúncio ocorreu logo após o início dos bombardeios.
Netanyahu afirmou que a ofensiva busca criar condições para que o povo iraniano se livre da tirania e construa um Irã livre e pacífico. Ele citou a presença de diversos grupos étnicos no Irã e destacou a intenção de favorecer mudanças internas no país.
A administração israelense mantém a acusação de que o Irã é o principal patrocinador estatal do terrorismo, com apoio a Hezbollah, Hamas e milícias xiitas na região, desestabilizando o Oriente Médio e atacando interesses ocidentais.
Contexto histórico
A desconfiança de Israel em relação ao Irã é alimentada por episódios como a tomada da embaixada dos EUA em Teerã, em 1979, e ataques atribuídos ao regime iraniano. Nos anos recentes, o assassinato do general Qasem Soleimani e confrontos entre Israel e o Irã intensificaram a tensão regional.
O Irã tem sido acusado de ampliar seu programa nuclear, com relatos sobre níveis de enriquecimento que preocupam a comunidade internacional. Em resposta, autoridades israelenses afirmam que a ofensiva pretende impedir avanços que possam ameaçar a estabilidade regional.
A operação, batizada pelo alto escalão israelense como Rugido do Leão, é apresentada como parte de uma estratégia de longo prazo para reduzir o impacto das ações iranianas e prevenir ataques a interesses ocidentais.
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