- Os Estados Unidos lançaram a operação Epic Fury contra o Irã.
- O músico Jack White reagiu às redes sociais, criticando a declaração de guerra de Donald Trump e compartilhando uma imagem do pronunciamento.
- White ironizou o líder, chamando-o de “líder da Board of Peace” e sugerindo que Trump deveria estar com pés no Resolute Desk com um Big Mac vestindo um terno de veludo.
- Ele apontou o que chamou de contradição entre as ações agressivas contra outros países e a tentativa de obter o Prêmio Nobel da Paz.
- White afirmou que filhos de Don Jr. e Barron não lutariam, apenas crianças de outros, e mencionou uma possível assinatura para a “board of peace” a partir de um bilhão de dólares.
Soon após os EUA anunciarem a Operação Epic Fury contra o Irã, Jack White usou as redes sociais para criticar a declaração de guerra de Donald Trump e questionar a posição do presidente em relação à paz. O músico não poupou ironias sobre a consistência de Trump nas ações internacionais.
White, um dos primeiros artistas a se manifestar publicamente após o anúncio, ressaltou a contradição entre a postura beligerante do governo e a promoção de uma imagem favorável à paz. Em tom crítico, ele sugeriu que o líder do país tem apresentado comportamento conflitante em questões internacionais.
Segundo ele, o discurso de paz do governo contrasta com as ações em outros países, citando exemplos como Venezuela, Groenlândia, Irã e Cuba, sem entrar em detalhes sobre políticas específicas. O músico também comentou sobre aqueles que não seriam os filhos de Trump a combater, apontando para a participação de terceiros em conflitos.
Contexto da operação
A Operação Epic Fury envolve uma campanha militar conjunta anunciada pelo governo americano contra o Irã, descrita pela administração como resposta a ameaças e ações consideradas radicais pelo governo dos EUA. A ofensiva foi comunicada publicamente pelo presidente, que descreveu o Irã como objetivo de uma ação contundente.
Entre as informações já divulgadas, destaca-se que o movimento busca impor pressões militares e políticas sobre o Irã, com apoio de aliados, em meio a tensões regionais. O anúncio reforçou o debate sobre o uso de força militar e seus impactos regionais e globais, sem detalhes sobre operações específicas.
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