- Rússia, em conversas em Genebra, disse que aceitaria a proposta dos Estados Unidos para garantias de segurança da Ucrânia, conforme Kyrylo Budanov.
- Budanov afirmou que a Rússia aceitaria as garantias de segurança apresentadas pelos EUA.
- A Ucrânia busca garantias de segurança firmes, com compromisso de ação dos EUA e aliados caso a Rússia ataque de novo após um acordo de paz.
- A última rodada de negociações, em Genebra, não rendeu avanços significativos; Washington afirmou ver progresso.
- Ainda não houve acordo para um encontro entre o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, e o presidente russo, Vladimir Putin; Trump incentiva acordo, enquanto Kyiv diz que enfrenta pressão para ceder.
Kyiv informou que, durante as recentes negociações em Genebra, a Rússia disse que aceitaria a proposta americana de garantias de segurança para a Ucrânia após o conflito. A declaração foi feita por Kyrylo Budanov, chefe de gabinete do presidente Volodymyr Zelenskiy, em entrevista televisiva.
Segundo Budanov, a retomada das negociações indicou abertura russa para as garantias propostas pelos Estados Unidos. A afirmação ocorre em meio a esforços para encerrar a maior guerra na Europa desde 1945 e manter a Ucrânia sob proteção de aliados ocidentais.
A Ucrânia busca garantias sólidas de que ações seriam tomadas em caso de nova agressão russa, mesmo após um acordo de paz. O encontro de Genebra, na semana passada, foi considerado difícil por Kyiv e Moscou, embora Washington tenha registrado progresso considerado significativo.
Budanov também informou que, até o momento, a Rússia não concordou com a realização de cúpula entre Zelenskiy e o presidente russo, Vladimir Putin, ideia já mencionada por um enviado dos EUA. Não houve confirmação de data para um encontro de alto nível.
As tratativas envolvem, além dos representantes ucranianos, a presença de diplomatas norte-americanos e a expectativa de participação de aliados europeus na garantia de segurança. Não há confirmação de acordo definitivo no momento.
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