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Lapid apoia ataques ao Irã e pede mudança de regime

Lapid apoia ataques a Irã e pede regime change, descrevendo a ação como guerra justa e pregando unidade nacional frente à ameaça iraniana

Israeli opposition leader Yair Lapid uses his phone in a shelter as sirens sound after missiles were launched towards Israel from Iran following strikes by Israel and the U.S. on Iran, in Tel Aviv, Israel February 28, 2026. REUTERS/Alexander Cornwell
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  • O líder da oposição israelense, Yair Lapid, disse apoiar a decisão de Netanyahu de bombardear o Irã, descrevendo a operação como uma “guerra justa contra o mal”.
  • EUA e Israel realizaram ataques contra o Irã, mirando lideranças seniores e defendendo a mudança do regime.
  • Lapid afirmou que Israel ficará unido diante da ameaça e que, se possível, o programa balístico e nuclear do Irã deve ser eliminado.
  • O político, crítico de Netanyahu, disse que as diferenças políticas serão deixadas de lado por enquanto e elogiou a liderança dos EUA, representada pelo presidente Donald Trump.
  • O país se prepara para eleições nacionais até outubro, com pesquisa mostrando que a coalização de Netanyahu pode não conseguir formar governo; a oposição está dividida.

O líder da oposição israelense, Yair Lapid, afirmou apoiar a decisão do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de atacar o Irã, descrevendo a campanha como uma guerra justa contra o mal. As ações ocorrem em meio a uma ofensiva de Israel e dos EUA contra o Irã, com ataques a alvos de alto escalão.

Lapid disse, em Tel Aviv, que está unido diante da ameaça. Ele surgiu de um abrigo anti-aéreo após sirenes indicarem ataque iminente vindo do Irã. Em tom firme, defendeu que o programa balístico e nuclear do Irã deve ser neutralizado.

Netanyahu, líder de um governo de coalizão, já advertia anteriormente sobre o Irã como ameaça existencial ao Estado de Israel. A postura do atual governo é de endurecimento frente a ataques previstos e lançados contra o Irã.

Rivalidade política diante da escalada

Apesar da oposição, Lapid afirmou que diferenças com Netanyahu ficariam de lado no momento. Ele agradeceu ao ex-presidente Donald Trump pela liderança, segundo suas palavras, na condução da operação contra o Irã.

O contexto envolve uma sequência de ataques que começou na semana passada, com punições a alvos estratégicos no Irã. Relatos indicam que mais de 30 pessoas morreram em Israel durante conflitos anteriores.

Washington e Tóquio, segundo informações, destacam que barragens de mísseis atingiram Israel e países do Golfo, incluindo Emirados Árabes Unidos e Qatar, ampliando a tensão regional. O Irã, por sua vez, prometeu respostas proporcionais.

Israel deve realizar eleições nacionais até outubro. Pesquisas indicam que a coalizão de Netanyahu pode enfrentar dificuldades para formar governo, com a oposição canadense dividida porém buscando alternativa sem o premiê em exercício.

Lapid reforçou que Israel é mais resistente do que muitos imaginam, especialmente em uma eventual guerra prolongada. A avaliação, no entanto, não implica previsões sobre desfechos ou estratégias de curto prazo.

As informações foram coletadas por meio de apuração de agências internacionais, com edição para clareza e coerência, mantendo o foco factual e neutro. Fonte: Reuters.

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