- O líder da oposição israelense, Yair Lapid, disse apoiar a decisão de Netanyahu de bombardear o Irã, descrevendo a operação como uma “guerra justa contra o mal”.
- EUA e Israel realizaram ataques contra o Irã, mirando lideranças seniores e defendendo a mudança do regime.
- Lapid afirmou que Israel ficará unido diante da ameaça e que, se possível, o programa balístico e nuclear do Irã deve ser eliminado.
- O político, crítico de Netanyahu, disse que as diferenças políticas serão deixadas de lado por enquanto e elogiou a liderança dos EUA, representada pelo presidente Donald Trump.
- O país se prepara para eleições nacionais até outubro, com pesquisa mostrando que a coalização de Netanyahu pode não conseguir formar governo; a oposição está dividida.
O líder da oposição israelense, Yair Lapid, afirmou apoiar a decisão do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de atacar o Irã, descrevendo a campanha como uma guerra justa contra o mal. As ações ocorrem em meio a uma ofensiva de Israel e dos EUA contra o Irã, com ataques a alvos de alto escalão.
Lapid disse, em Tel Aviv, que está unido diante da ameaça. Ele surgiu de um abrigo anti-aéreo após sirenes indicarem ataque iminente vindo do Irã. Em tom firme, defendeu que o programa balístico e nuclear do Irã deve ser neutralizado.
Netanyahu, líder de um governo de coalizão, já advertia anteriormente sobre o Irã como ameaça existencial ao Estado de Israel. A postura do atual governo é de endurecimento frente a ataques previstos e lançados contra o Irã.
Rivalidade política diante da escalada
Apesar da oposição, Lapid afirmou que diferenças com Netanyahu ficariam de lado no momento. Ele agradeceu ao ex-presidente Donald Trump pela liderança, segundo suas palavras, na condução da operação contra o Irã.
O contexto envolve uma sequência de ataques que começou na semana passada, com punições a alvos estratégicos no Irã. Relatos indicam que mais de 30 pessoas morreram em Israel durante conflitos anteriores.
Washington e Tóquio, segundo informações, destacam que barragens de mísseis atingiram Israel e países do Golfo, incluindo Emirados Árabes Unidos e Qatar, ampliando a tensão regional. O Irã, por sua vez, prometeu respostas proporcionais.
Israel deve realizar eleições nacionais até outubro. Pesquisas indicam que a coalizão de Netanyahu pode enfrentar dificuldades para formar governo, com a oposição canadense dividida porém buscando alternativa sem o premiê em exercício.
Lapid reforçou que Israel é mais resistente do que muitos imaginam, especialmente em uma eventual guerra prolongada. A avaliação, no entanto, não implica previsões sobre desfechos ou estratégias de curto prazo.
As informações foram coletadas por meio de apuração de agências internacionais, com edição para clareza e coerência, mantendo o foco factual e neutro. Fonte: Reuters.
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