- MST publicou nota condenando ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, classificando-os como criminosos.
- O movimento afirma que as ações visam mudança de regime e violam a soberania iraniana e o direito internacional, ocorrendo durante negociações diplomáticas.
- Segundo o MST, a intervenção busca domínio geopolítico de potências ocidentais e apropriação de recursos naturais, e pede pressão internacional para cessar as agressões.
- A nota expressa solidariedade ao povo iraniano e convoca a sociedade norte-americana a se mobilizar contra as políticas externas de seu governo.
- Trump afirmou ter confirmado a morte do aiatolá Ali Khamenei, descrevendo-o como uma das pessoas mais perversas da história.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) publicou neste sábado uma nota condenando ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. O texto descreve as ações como criminosas e ocorridas durante negociações diplomáticas, sem revelar detalhes de operações.
Para o MST, as ofensivas teriam como objetivo uma mudança de regime e violariam a soberania do Irã e o direito internacional. O grupo aponta que as ações visam domínio geopolítico e a apropriação de recursos naturais na região.
A nota do MST conclama países a pressionarem EUA e Israel a cessarem as agressões, e afirma que a resistência do povo iraniano merece solidariedade. Também faz um apelo à mobilização da sociedade norte-americana contra as políticas externas de seu governo.
MST defende o Irã e cobra reação internacional
O movimento pede ação global para tratar o conflito e evitar novas escaladas, mantendo o tom de neutralidade e foco na diplomacia. A nota enfatiza a importância de respeitar a soberania nacional do Irã.
Trump confirma morte de Khamenei e reage
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirma ter confirmando a morte do aiatolá Ali Khamenei. O mandatário descreve o líder iraniano como uma das pessoas mais perversas da História e aponta que a notícia pode abrir espaço para mudanças no Irã.
Segundo Trump, a violência anterior teria causado mortes e mutilações, e a saída de Khamenei seria um marco para o retorno do controle ao povo iraniano. Ele também mencionou que membros da Guarda Revolucionária buscariam imunidade junto aos Estados Unidos.
Khamenei: posição de poder no Irã
Ali Khamenei era visto como o figura mais poderosa do Irã, acumulando autoridade política, religiosa e militar por 35 anos. A posição foi consolidada após a Revolução Islâmica de 1979, marcando o início do regime dos aiatolás.
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