- Trump lançou ataque com Israel contra o Irã sem autorização do Congresso nem apoio da opinião pública.
- O Capitolio se preparava para votar na próxima semana uma resolução que impediria ataques sem consulta ao Congresso.
- O histórico inclui ataques anteriores em junho contra instalações nucleares iranianas e a prisão de Nicolás Maduro e de Cilia Flores em Caracas, em janeiro.
- O discurso sobre o estado da união teve duração recorde de setenta e sete minutos, mas apenas uma pequena parte foi dedicada ao Irã; o ataque foi anunciado como parte de uma ofensiva mais longa.
- No Congresso, o senador Tim Kaine apresentou uma legislação no Senado para bloquear o uso do exército contra o Irã, e o senador Rubén Gallego apoiou a medida.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou um ataque conjunto com Israel contra o Irã, sem autorização do Congresso ou apoio da opinião pública. A operação visava provocar mudança de regime e ocorreu durante a madrugada no território iraniano.
O ataque ocorreu enquanto o Capitólio se preparava para votar, na próxima semana, uma resolução que impediria ações militares de Trump sem consulta ao Legislativo. A ofensiva surpreendeu grande parte dos legisladores.
Segundo relatos, o secretário de Estado informou o Congresso sobre a ofensiva iminente, mas não houve aprovação formal nem consenso entre as duas casas. A Casa Branca não anunciou um aval popular para a ação.
Entre republicanos e democratas, houve reações distintas. Um grupo de legisladores buscava uma votação rápida para proibir ataques sem consulta ao Congresso, enquanto outros manifestaram apoio à medida de defesa dos interesses nacionais.
No Senado, o tema ganhou contorno com a apresentada de uma resolução que exige aprovação do Congresso para ações militares contra o Irã. Líderes de ambos os partidos foram chamados a se reunir para discutir o assunto.
Durante a noite, Trump divulgou um vídeo pré-gravado em suas redes, defendendo a ofensiva com o argumento de eliminar ameaças iminentes do regime iraniano e, no final, derrubar o governo. A mensagem também pediu apoio popular para a operação.
O ataque foi descrito pela imprensa como de grande escala, envolvendo tropas e ações prolongadas na região, com risco de escalada do conflito. O episódio ocorre em meio a negociações diplomáticas em Ginebra entre Washington e Teerã.
Analistas ressaltaram que a ofensiva ocorre sem clareza sobre objetivos estratégicos de longo prazo. A comunidade internacional acompanha as consequências para a estabilidade do Oriente Médio e para a segurança de embarcações e rotas comerciais na região.
Contexto político e diplomático
O governo argumenta que a ação visa defender interesses nacionais e combater ameaças do Irã. Já opositores afirmam que a decisão desrespeita o papel do Congresso e aumenta os riscos de conflito aberto.
Líderes republicanos e democratas passaram a discutir mecanismos de supervisão ao uso da força militar, incluindo votações rápidas para impedir ações sem aprovação parlamentar. O tema divide opiniões entre parlamentares.
A administração indicou que manterá atualizações regulares sobre a situação no Irã. Não houve confirmação de novos comandos militares ou de novas fases da operação anunciadas até o fechamento desta matéria.
Repercussões regionais
O Irã condenou a ofensiva e prometeu responder. Analistas apontam que a escalada pode afetar aliados na região e ampliar tensões com países vizinhos. Há preocupação com impactos humanitários e com a cadeia de suprimentos internacional.
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