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UE exige que Israel e EUA respeitem o direito internacional após ataque a Irã

União Europeia exige pleno respeito ao direito internacional após ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã; Costa e von der Leyen reiteram sanções e designação da Guarda Revolucionária como grupo terrorista

Columnas de humo en Teherán este sábado después del ataque de Israel y Estados Unidos.
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  • A União Europeia pediu a EUA e a Israel “pleno respeito ao direito internacional” após o ataque contra o Irã, reforçando a necessidade de moderação e proteção de civis.
  • Costa (presidente do Conselho) e Ursula von der Leyen ressaltaram que Bruxelas já impôs sanções ao regime iraniano e à Guarda Revolucionária, que foi incluida na lista de grupos terroristas.
  • O bloco reafirmou esforços diplomáticos para tratar programas nucleares e balísticos do Irã por meio de uma solução negociada.
  • A UE mantém a missão naval Aspides no Mar Vermelho em alerta máximo e está retirando pessoal não essencial da região; Chipre ativou plano de emergências para evacuação de cidadãos da UE.
  • Reações de países vizinhos incluíram críticas na Noruega, apelos à desescalada na Finlândia e na Letônia, que destacou a importância da cooperação europeia para evitar escalada.

La UE reclama pleno respeito ao direito internacional após ataque de EUA e Israel contra Irã. Costa e Von der Leyen acionam um comunicado conjunto e pedem moderação e proteção de civis. A mensagem indica preocupação com os desdobramentos na região.

Os líderes lembram que a UE já adotou amplas sanções contra o regime iraniano e a Guarda Revolucionária, incluindo a designação como grupo terrorista. A União reforça esforços diplomáticos para soluções negociadas dos programas nucleares e balísticos.

A presidente do Conselho e a chefe da Comissão reiteram o compromisso com a segurança regional. Eles informam contatos diplomáticos com autoridades da região e a retirada de pessoal não essencial de áreas de risco.

Reação internacional

Noruega critica a ofensiva, afirmando que ataques preventivos exigem ameaça iminente e não estão em conformidade com o direito internacional. O governo norueguês aponta divergência com a justificativa de Teerã.

Finlândia defende desescalada e retomar o diálogo para uma solução diplomática. O primeiro-ministro enfatiza a necessidade de interromper ataques e evitar retaliação.

Letônia destaca a importância de evitar uma escalada descontrolada. A premiê ressalta o esforço da UE por solução diplomática e critica o apoio iraniano a conflitos regionais e a políticas de repressão internas.

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