- A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter lançado quatro mísseis balísticos contra o porta-aviões USS Abraham Lincoln, em operação no Oriente Médio.
- Segundo agências iranianas, o navio teria sido atingido; as Forças Armadas dos Estados Unidos não confirmaram o ataque ou danos até a última atualização.
- O episódio seria uma retaliação aos bombardeios realizados por Estados Unidos e Israel contra o território iraniano no sábado anterior.
- O USS Abraham Lincoln é um dos principais porta-aviões dos EUA, com capacidade para cerca de noventa aeronaves e até cinco mil e quinhentos tripulantes.
- Houve explosões em Abu Dhabi, Dubai, Doha e Manama; autoridades locais indicam mortos e feridos, e Trump disse que os EUA reagiriam com força a novas retaliações.
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou, neste domingo, que lançou quatro mísseis balísticos contra o porta-aviões USS Abraham Lincoln, da Marinha dos Estados Unidos, em pleno Oriente Médio. A nota não confirmou danos ao navio americano.
Segundo a imprensa iraniana, a ofensiva seria uma retaliação aos bombardeios realizados pelos EUA e por Israel contra o Irã no sábado anterior. Não houve confirmação oficial dos EUA sobre ataque ou danos.
O USS Abraham Lincoln, em operação desde 1989, é um dos principais porta-aviões de projeção de poder naval dos EUA, com cerca de 90 aeronaves e capacidade para até 5.500 tripulantes. Interceptações de defesa foram mencionadas em relatos iniciais.
O anúncio amplia tensões no ambiente marítimo regional. O Exército iraniano informou ter retomado bombardeios a bases americanas no Golfo Pérsico e no Iraque, após ataques em outras frentes.
Explosões foram registradas em Abu Dhabi, Dubai, Doha e Manama. Autoridades locais relataram mortos e feridos. Governos da região afirmaram que parte dos mísseis e drones lançados foi interceptada pelos sistemas de defesa.
Desdobramentos regionais
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que os EUA reagiriam com força a novas retaliações do Irã, em comentários feitos horas antes. Autoridades regionais ressaltam a escalada e avaliam impactos para a segurança do comércio e navios no estreito.
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