- O Irã prometeu vingar a morte do líder supremo Ali Khamenei, morto em bombardeio atribuído a Israel e aos Estados Unidos, conforme anunciado no domingo.
- O governo iraniano classifica a vingança como dever e direito legítimo, com o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani, prometendo uma lição aos opressores internacionais.
- O país decretou quarenta dias de luto pela perda de Khamenei, e a imprensa local informou que a filha, o genro e a neta dele também morreram no ataque.
- O exército israelense afirmou ter eliminado quarenta altos comandos; o Irã lançou retalição contra bases americanas no Golfo e no Curdistão iraquiano, após disparos a Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein.
- Houve sirenes de alerta em Telavive, explosões no norte de Teerã e ataques relatados contra o porto de Duqm, em Omã, segundo a imprensa iraniana.
O Irã prometeu vingar a morte de seu líder supremo Ali Khamenei, ocorrida no ataque que envolveu forças israelenses e norte-americanas. Em resposta, o governo iraniano indicou que o ato é um dever e direito legítimo de retaliação. Autoridades ligadas ao Conselho de Segurança Nacional falaram em uma lição para os oponentes internacionais.
No domingo, Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, destacou a possibilidade de uma resposta contundente. Nas redes sociais, mensagens de tom agressivo circularam, associadas a uma retórica de retaliação. O governo informou 40 dias de luto pela morte de Khamenei, com a confirmação de que familiares próximos também faleceram no ataque.
A partir de informações oficiais, foram registrados ataques iranianos a bases norte-americanas no Golfo e no Curdistão iraquiano, após uma ofensiva a Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Catar e Bahrein. O Crescente Vermelho contabilizou centenas de feridos e mais de 200 mortos, segundo a imprensa local. O Judiciário iraniano citou um ataque a um colégio no sul com grande número de vítimas, embora haja dúvidas sobre a veracidade destes números.
A ruptura entre Irã e EUA ganhou contornos de escalada regional. O Exército israelense alegou ter matado 40 altos comandantes, enquanto o porta-voz militar afirmou que as operações ocorreram com precisão. A televisão estatal anunciou a morte de líderes e assessores ligados à Guarda Revolucionária e ao Conselho Nacional de Defesa, sem confirmar de forma independente todos os nomes.
Na sequência, a cidade de Tel Aviv registrou sirenes e explosões, com relatos de confrontos e ataques aéreos. Do lado iraniano, houve descrições de ataques a alvos no Golfo, com impactos ainda não totalmente verificados pela imprensa internacional. O episódio ocorre em meio a tensões provocadas por conflitos anteriores na região e disputas sobre o programa nuclear do Irã.
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