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Novos ataques miram o Irã após ataque dos EUA e de Israel que matou o líder supremo

Após a morte do líder supremo, EUA e Israel intensificam ataques contra o Irã; Teerã promete ofensiva maior e o estreito de Hormuz pode ser fechado, elevando riscos globalizados

People react as they gather at the Enghelab Square, after Iran's Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei was killed in Israeli and U.S. strikes on Saturday, in Tehran, Iran, March 1, 2026. Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS
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  • Israel realizou nova rodada de ataques a alvos iranianos, mirando sistemas de defesa e de mísseis balísticos, após a morte do líder supremo Ayatollah Ali Khamenei em ataques EUA-Israel.
  • Horas antes, EUA e Israel afirmaram ter atingido o líder iraniano; a morte foi confirmada pela imprensa estatal iraniana; Teerã promete a maior ofensiva já contra bases dos EUA e de Israel.
  • O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, pediu cessar imediato das hostilidades.
  • O Irã voltou a ameaçar o Estreito de Hormuz, citando possível fechamento; o órgão militar iraniano disse que reprisaria com a ofensiva mais ampla contra bases estrangeiras.
  • As negociações foram consideradas fracassadas, com o Irã mantendo o enriquecimento de urânio; Rússia e China criticaram os ataques durante reunião do Conselho de Segurança.

Israel e EUA lançaram nova rodada de ataques contra alvos iranianos neste domingo, em resposta à morte do líder supremo Ayatollah Ali Khamenei, informaram autoridades e veículos oficiais. Os bombardeios ocorreram após anunciar que o ataque anterior matou o líder iraniano, conforme a versão oficial do governo dos Estados Unidos.

Segundo a defesa israelense, as ações deste domingo visaram sistemas de mísseis balísticos e de defesa aérea do Irã. Relatos iranianos apontaram explosões em Teerã nas primeiras horas da manhã, com confirmação de danos por parte da imprensa estatal.

Horas antes, o Irã havia lançado centenas de missiles e drones em retaliação aos ataques, mirando tropas americanas e cidades em Israel e em países árabes aliados. A ofensiva provocou cancelamentos de voos na região.

O Pentágono informou não haver mortes ou feridos entre norte-americanos. Entidades de inteligência destacaram que a principal ameaça é a pessoal militar no Oriente Médio, com risco adicional de ataques cibernéticos.

Dubai divulgou danos no aeroporto internacional e no hotel Burj Al Arab, com quatro feridos. Em Abu Dhabi, a própria rede de aeroportos confirmou uma fatalidade e sete feridos em um incidente no Zayed International Airport, posteriormente removido.

Teerã ameaçou fechar o Estreito de Hormuz, elevando a possibilidade de alta nos preços globais de petróleo. O Exército iraniano prometeu nova retaliação de maior expansão contra bases americanas e de Israel.

Na Organização das Nações Unidas, o embaixador do Irã à ONU afirmou que civis foram mortos e feridos, defendendo que as ações iranianas são legítima defesa e visam alvos de forças hostis. O secretário-geral Antonio Guterres pediu cessar imediato das hostilidades.

Observadores destacam que a morte de Khamenei e de demais líderes iranianos representaria um golpe significativo, mas não encerra automaticamente o poder clerical nem a influência da Guarda Revolucionária.

Antes das ações, o Irã e potências ocidentais já vinham em negociações tensas sobre enriquecimento de urânio, com diplomatas dizendo que Teerã não aceitava abrir mão de sua capacidade de enriquecer, sob o pretexto de uso energético.

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