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Soldado argentino detido na Venezuela é libertado, afirma Argentina

Soldado argentino detido na Venezuela é liberado e já deixou o país, segundo o Ministério das Relações Exteriores

Argentina's Gendarmeria officer Nahuel Gallo, who, according to Venezuelan officials, was detained after attempting to enter Venezuela irregularly, walks at an undisclosed location
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  • Um soldado argentino da Gendarmerie, Nahuel Gallo, foi detido na Venezuela no fim de 2024.
  • No domingo, o ministro das Relações Exteriores da Argentina informou que ele já foi liberado e deixou o país.
  • O caso ocorreu em meio a tensões entre o presidente argentino Javier Milei e o então presidente venezuelano Nicolas Maduro.
  • Buenos Aires havia denunciado a detenção como arbitrária perante um tribunal internacional.
  • A esposa de Gallo informou pelas redes sociais que ele já está a caminho da Argentina e que o filho poderá abraçá-lo em poucas horas.

Nahuel Gallo, soldado da Gendarmería Argentina, foi detido na Venezuela por mais de um ano e já retornou ao país, segundo o Ministério das Relações Exteriores da Argentina. A detenção ocorreu no fim de 2024, em um caso que agravou as tensões entre Buenos Aires e Caracas. A liberação foi anunciada neste domingo.

O governo argentino informou que Gallo já deixou a Venezuela e está a caminho de Argentina. A família do soldado também confirmou o retorno, afirmando por meio das redes sociais que ele já está em voo de volta e que o encontro com a família deverá ocorrer em breve.

A detenção de Gallo tornou-se tema de disputa diplomática entre Argentina e Venezuela, com a chancelaria argentina classificando o ato como arbitrário e buscando apoio em instâncias internacionais. A imprensa local também acompanhou a repercussão no ambiente político argentino.

Procedimentos legais e desdobramentos diplomáticos continuam sob avaliação, sem novas informações públicas sobre acusações ou condições da libertação. A situação refletiu a complexa relação entre os governos anterior e atual da Argentina e as divergências com a Venezuela. A reportagem é da Reuters.

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