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Trump ameaça responder com força sem precedentes se o Irã retaliar

Morte do ayatolá Jameneí após ataques dos EUA e de Israel eleva tensões no Oriente Médio; Trump avisa resposta com força nunca antes vista e bombardeios continuam

Trabajadores de emergencias y militares inspeccionan el lugar del impacto tras un ataque iraní en Tel Aviv este domingo.
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  • Estados Unidos e Israel realizaram ataques contra o Irã no sábado; o ayatolá Ali Jameneí foi oficialmente confirmado morto pelo governo iraniano, com mais de duzentas pessoas mortas e cerca de setecentos feridos, segundo a Cruz Vermelha.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os bombardeios continuarão “durante toda a semana ou até ser necessário” e ameaçou responder a qualquer represália iraniana com “uma força nunca antes vista”.
  • A Guarda Revolucionária do Irã informou ataques a bases americanas em Oriente Médio (vinte e sete bases) e a alvos em Israel, incluindo Tel Aviv; também houve relatos de explosões em Doha, no Catar, e em outros países da região.
  • A comunidade internacional reagiu com cautela: o secretário-geral da ONU lamentou a falha diplomática e o Conselho de Segurança convocou uma sessão de emergência para discutir a situação.
  • O Irã disse que continuará a responder e o Irão passa por uma transição de liderança após a morte de Jameneí, com um grupo formado pelo presidente do país, o chefe do poder judicial e um jurista assumindo a gestão temporária.

O ataque entre Estados Unidos, Israel e Irã provocou uma escalada regional com impactos gravíssimos. O governo americano informou que continuará bombardear o Irã caso haja represálias por ações de Israel e dos EUA, após ataques iniciados no fim de semana.

A mídia estatal iraniana confirmou a morte do líder supremo, o ayatolá Ali Jamenei, durante a ofensiva. A Guarda Revolucionária anunciou retaliar com a operação mais devastadora já registrada contra bases americanas e alvos israelenses. O governo de Teerã não detalhou números.

De acordo com a mídia, ao menos 200 pessoas morreram e 700 ficaram feridas em Irã, entre elas altas autoridades do regime. O Comando Central dos EUA informou não haver vítimas americanas entre os feridos, enquanto Israel aponta danos a objetivos iranianos e bases na região.

Em resposta ao ataque de Jamenei, a Guarda Revolucionária realizou ataques contra 27 bases dos EUA em Oriente Médio e alvos militares de Israel, segundo a agência Tasnim. O Exército israelense pediu que a população permaneça em locais seguros.

Explosões também foram registradas em Doha, Doha no Qatar, e em outras cidades da região. Catari e Emirados Árabes notaram interceptações de mísseis balísticos, com sirenes de alerta ligadas em vários países. Autoridades locais não confirmaram totais oficiais de vítimas nem danos.

O presidente americano afirmou que a morte de Jamenei pode facilitar uma via diplomática, enquanto o vizinho regional manteve postura de resposta contundente. A comunidade internacional acompanha as ações, com críticas ao uso da força e apelos por retorno à diplomacia.

Antes do agravamento, ocorria uma rodada de negociações sobre o programa nuclear iraniano em Genebra, na qual representantes dos EUA e Irã haviam relatado progresso. Organizações internacionais pedem contenção e retomada de diálogo para evitar uma escalada maior.

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