- A Guarda Revolucionária do Irã afirma ter lançado mísseis contra o complexo governamental em Tel Aviv, além de alvos militares e de segurança em Haifa e Jerusalém Oriental.
- Segundo o anúncio, foi registrada a “10ª onda” de ataques.
- O Irã afirmou que não negociará com os Estados Unidos, conforme declaração de Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional.
- Larijani negou informações sobre negociações com o governo de Donald Trump após as ofensivas ocorridas no fim de semana.
- O Crescente Vermelho do Irã informou que 555 pessoas morreram até o momento e 131 cidades foram afetadas pela ofensiva.
O Irã afirmou ter atacado alvos de Israel nesta segunda-feira, 2, com mísseis direcionados a edifícios governamentais em Tel Aviv e a instalações militares e de segurança em Haifa e Jerusalém Oriental. Segundo o exército ideológico iraniano, a ofensiva integrou a chamada 10ª onda de ataques.
O anúncio foi feito por meio de um comunicado divulgado pelo Irã, que descreveu os alvos e as áreas atingidas, sem detalhar números de vítimas ou danos específicos. O governo iraniano não informou se houve resposta de Israel ou de outras nações.
Ainda nesta segunda-feira, Teerã reiterou que não negocia com os Estados Unidos. A declaração foi feita por Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, que negou informações sobre possíveis conversas com o governo de Donald Trump após a ofensiva que envolveu EUA e Israel no fim de semana.
Pelo menos 555 mortos foram registrados no Irã, segundo o Crescente Vermelho iraniano, em decorrência da ofensiva divulgada como resposta a ataques ocorridos no fim de semana. A organização humanitária informou que 131 cidades foram atingidas até o momento.
A mesma fonte informou que, desde o início dos ataques, o Irã tem registrado grandes impactos em território nacional, com dezenas de feridos e danos a infraestrutura urbana. As informações são atualizadas conforme surgem novos dados oficiais.
Fonte destacada: agência AFP.
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