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Equipe de segurança nacional de Trump busca convencer o Congresso a apoiar guerra com o Irã

Equipe de segurança nacional de Trump tenta convencer o Congresso a apoiar a guerra contra o Irã; audiências no Senado e na Câmara discutem financiamento

An F/A-18E Super Hornet prepares to make an arrested landing on the flight deck of the U.S. Navy Nimitz-class aircraft carrier USS Abraham Lincoln in support of the Operation Epic Fury attack on Iran from an undisclosed location March 2, 2026.
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  • Os principais assessores de segurança nacional de Donald Trump vão falar ao Congresso para defender a adesão à guerra entre EUA e Irã, com briefings primeiro no Senado e depois na Câmara.
  • Participam o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hegseth, o diretor da CIA John Ratcliffe e o presidente dos EUA de Estado-Maior, General Dan Caine.
  • O Congresso, com maioria republicana, tem sido receptivo a políticas do governo, mas alguns membros exigem autorização explícita antes de enviar tropas ou abrir verbas para o conflito.
  • Democratas planejam votar resoluções de poderes de guerra para impedir ações sem autorização legislativa, com expectativa de apoio expressivo.
  • Discute-se também como será o financiamento da operação e sua duração, com várias sinalizações de que não está decidido se haverá necessidade de um desfecho legislativo imediato.

Presidentes e assessores de segurança nacional de Donald Trump devem passar o dia em Washington para apresentar aos congressistas argumentos a favor de uma guerra com o Irã, vinculada à operação entre EUA e Israel. A reunião ocorre enquanto democratas e alguns republicanos cobram mais informações.

A mesa é formada pelo secretário de Estado Marco Rubio, pelo secretário de Defesa Pete Hegseth, pelo diretor da CIA John Ratcliffe e pelo presidente das Forças Armadas, General Dan Caine. Os encontros serão primeiro com o Senado, depois com a Câmara dos Deputados, ambas as casas dominadas por aliados do governo.

O objetivo é obter apoio para ações militares, com possíveis pedidos de recursos. Parte dos parlamentares republicanos exige clareza sobre a necessidade de autorização formal do Congresso antes de qualquer envio de tropas. Outros pedem dados adicionais, especialmente sobre financiamento da operação.

Discussão sobre financiamento e autorização

Líder da maioria no Senado, John Thune, e o presidente da Câmara, Mike Johnson, disseram que ainda é cedo para decidir sobre uma possível verba suplementar. Johnson afirmou que detalhes sobre duração da operação e necessidades ainda dependem de novos elementos.

Hakeem Jeffries, líder democrata na Câmara, reiterou que a decisão de autorizar o uso de força deve passar pelo Congresso. A expectativa é de votação de resoluções sobre poderes de guerra na quarta (Senado) e quinta (Câmara), para bloquear ações sem autorização parlamentar.

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