- Os principais assessores de segurança nacional de Donald Trump vão falar ao Congresso para defender a adesão à guerra entre EUA e Irã, com briefings primeiro no Senado e depois na Câmara.
- Participam o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hegseth, o diretor da CIA John Ratcliffe e o presidente dos EUA de Estado-Maior, General Dan Caine.
- O Congresso, com maioria republicana, tem sido receptivo a políticas do governo, mas alguns membros exigem autorização explícita antes de enviar tropas ou abrir verbas para o conflito.
- Democratas planejam votar resoluções de poderes de guerra para impedir ações sem autorização legislativa, com expectativa de apoio expressivo.
- Discute-se também como será o financiamento da operação e sua duração, com várias sinalizações de que não está decidido se haverá necessidade de um desfecho legislativo imediato.
Presidentes e assessores de segurança nacional de Donald Trump devem passar o dia em Washington para apresentar aos congressistas argumentos a favor de uma guerra com o Irã, vinculada à operação entre EUA e Israel. A reunião ocorre enquanto democratas e alguns republicanos cobram mais informações.
A mesa é formada pelo secretário de Estado Marco Rubio, pelo secretário de Defesa Pete Hegseth, pelo diretor da CIA John Ratcliffe e pelo presidente das Forças Armadas, General Dan Caine. Os encontros serão primeiro com o Senado, depois com a Câmara dos Deputados, ambas as casas dominadas por aliados do governo.
O objetivo é obter apoio para ações militares, com possíveis pedidos de recursos. Parte dos parlamentares republicanos exige clareza sobre a necessidade de autorização formal do Congresso antes de qualquer envio de tropas. Outros pedem dados adicionais, especialmente sobre financiamento da operação.
Discussão sobre financiamento e autorização
Líder da maioria no Senado, John Thune, e o presidente da Câmara, Mike Johnson, disseram que ainda é cedo para decidir sobre uma possível verba suplementar. Johnson afirmou que detalhes sobre duração da operação e necessidades ainda dependem de novos elementos.
Hakeem Jeffries, líder democrata na Câmara, reiterou que a decisão de autorizar o uso de força deve passar pelo Congresso. A expectativa é de votação de resoluções sobre poderes de guerra na quarta (Senado) e quinta (Câmara), para bloquear ações sem autorização parlamentar.
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