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Lula diz que Brasil prioriza salvar vidas ao falar de drones e mísseis

Lula afirma salvar vidas em meio à violência no Oriente Médio; governo sustenta notas oficiais e pede interrupção de ações militares

Lula — Foto: Ricardo Stuckert / Presidência da República
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  • Lula mencionou pela primeira vez, desde o início dos conflitos no Oriente Médio, durante visita a Valinhos, em São Paulo.
  • Em discurso, afirmou que o Brasil salva vidas, contrastando com mensagens de morte, drones e mísseis na imprensa.
  • O posicionamento do governo brasileiro sobre a região vem sendo divulgado por notas oficiais do Ministério das Relações Exteriores.
  • No sábado, o Itamaraty condenou a ação conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, dizendo que a negociação é o único caminho viável para a paz.
  • Em seguida, o governo divulgou nota de solidariedade aos países impactados e pediu a interrupção de ações militares na região do Golfo, ressaltando que a escalada representa grave ameaça à paz.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mencionou pela primeira vez desde o início dos conflitos no Oriente Médio a situação na região, ao falar durante visita a uma indústria biotecnológica em Valinhos, São Paulo. Ele afirmou que a comunicação televisiva costuma enfatizar morte, guerra e destruição, contrastando com a mensagem de salvar vidas, inclusive com o uso de tecnologia médica.

O episódio ocorreu no dia 3 de fevereiro, em Valinhos, durante agenda oficial de ressalva à importância de desenvolver medicamentos biológicos no Brasil. Lula enfatizou a ideia de que o país trabalha para evitar danos humanos e manter o foco em soluções que salvem vidas, sem entrar em detalhes de ações militares.

Contexto internacional

No fim de fevereiro, ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel contra o Irã provocaram explosões em Teerã e em outras cidades. O Irã respondeu com ataques a alvos em Israel e a bases militares norte-americanas na região, elevando a tensão regional.

Posicionamento do Itamaraty

Logo no dia seguinte ao ataque, o Ministério das Relações Exteriores divulgou uma nota condenando a ação conjunta de EUA e Israel contra o Irã, afirmando que a negociação entre as partes é o caminho viável para a paz. Em seguida, outra nota manifestou solidariedade aos países impactados e pediu a interrupção de ações militares na região do Golfo, destacando a gravidade da escalada para a paz.

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