- O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy manteve conversas com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed bin Zayed Al Nahyan, e com o emir do Qatar, Sheikh Tamim bin Hamad al-Thani, sobre ataques iranianos.
- Zelenskiy afirmou que a Ucrânia tem experiência em drones e mísseis, construída ao longo de quatro anos de ataques russos.
- Em ligação com o líder dos Emirados, foi acordado que as equipes trabalharão para proteger vidas e apoiar a situação.
- Após o contato com o emir do Qatar, Zelenskiy disse que as equipes ucraniana e qatari permanecerão em contato para definir como oferecer maior proteção às pessoas.
- Kyiv sinalizou abertura para enviar especialistas em drones ao Oriente Médio para ajudar a neutralizar drones iranianos, caso parceiros facilitem um cessar-fogo; também mencionou a possibilidade de troca de drones interceptores por mísseis de defesa aérea.
Volodymyr Zelenskiy manteve conversas com os líderes dos Emirados Árabes Unidos e do Catar sobre ataques iranianos. O encontro ocorreu na sequência de uma ligação telefonica com o presidente dos EAU, Mohamed bin Zayed Al Nahyan, e com o emir do Catar, Sheikh Tamim bin Hamad al-Thani. Zelenskiy informou ter discutido medidas de proteção de vidas e cooperação para enfrentar as ofensivas com drones e mísseis.
Segundo a assessoria de Zelenskiy, as equipes ucranianas e dos países parceiros devem trabalhar em conjunto para ampliar a proteção de pessoas, com planos de manter contato para definir ações conjuntas. Kyiv sinalizou disposição para enviar especialistas em drones ao Oriente Médio, caso haja mediação para um cessar-fogo no conflito com a Rússia.
A Presidência ucraniana também indicou abertura para trocar drones interceptadores por mísseis de defesa aérea fornecidos pelos aliados do Oriente Médio. A iniciativa visa ampliar a capacidade de resposta a ataques com drones iranianos e reforçar estratégias de defesa em cenários regionais.
Desdobramentos e próximos passos
As comunicações ressaltaram a possibilidade de cooperação técnica entre Ucrânia, Emirados e Catar, incluindo o intercâmbio de tecnologias e expertise em neutralização de drones e mísseis. Não houve anúncio de compromissos financeiros ou de envio imediato de tropas, mantendo o foco em apoio técnico e estratégico.
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