- Australia e Canadá assinaram novos acordos sobre minerais críticos, incluindo a entrada da Austrália na aliança de minerais do G7, conforme afirmou o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney.
- Juntos, os dois países respondem por cerca de um terço do lítio e do urânio globais, além de mais de quarenta por cento do minério de ferro.
- Canadá sustenta que a melhor forma de enfrentar a concentração de fornecimento de minerais críticos é por meio de uma aliança de produção ou de um clube de compradores, e não apenas por um piso de preços.
- A Austrália já destinou recursos para formar um estoque estratégico de minerais críticos, começando por antimônio e galio.
- Carney realiza uma viagem pela região Asia-Pacífico para fortalecer a cooperação entre os dois potenciais “médios poderes” em defesa, segurança marítima, comércio e inteligência artificial.
Australia ingressa na aliança de minerais críticos do G7 e assinado acordo com o Canadá, informou o primeiro-ministro canadense Mark Carney durante discurso no parlamento em Sydney, no dia 5 de março.
O acordo ocorre em meio a esforços de países ocidentais para diversificar cadeias de suprimentos e reduzir a dependência da China, líder na produção e processamento de minerais críticos para chips e defesa.
Carney afirmou que a assinatura inclui a entrada da Austrália na aliança de minerais do G7, descrita como o maior grupo de reservas minerais democráticas confiáveis do mundo.
Parcerias estratégicas em minerais
Canadá sustenta que a melhor resposta à concentração de oferta é uma aliança de produção ou um clube de compradores, e não apenas um piso de preço, disse o ministro Tim Hodgson à Reuters.
A Austrália já destinou recursos para formar um estoque estratégico de minerais críticos, começando por antimônio e gálio, como parte de sua política setorial.
Carney realiza a viagem pelo Indo-Pacífico, com paradas no Japão e na Índia, para fortalecer relações entre dois chamados “países médios”.
Além de minerais críticos, os dois países devem ampliar cooperação em defesa, segurança marítima, comércio e inteligência artificial, conforme informou o gabinete do premiê canadense.
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