Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Europa apoia ações dos EUA e Israel contra o Irã; Espanha diverge

Europa, exceto a Espanha, apoia EUA e Israel contra o Irã; líderes europeus defendem ações defensivas e condenam ataques sem convocação ONU

Brasília (DF), 05/03/2026 - Mapa da Europa. Foto: Aleksandr Grechanyuk/Divulgação
0:00
Carregando...
0:00
  • Europa, com exceção da Espanha, apoia os EUA e Israel na guerra contra o Irã, e Reino Unido, França e Alemanha não condenaram os ataques, argumentando que o Irã é responsável pela deflagração e buscando condições impostas pelos EUA/Israel.
  • França enviou dois navios de guerra ao Oriente Médio e promete ampliar seu arsenal; Alemanha diz que não é hora de dar lições e afirma alinhar-se aos objetivos de derrubar o governo iraniano, enquanto juntos exigem fim dos ataques iranianos e medidas para neutralizar mísseis e drones.
  • Portugal autorizou uso de bases nos Açores pelos EUA; Itália oferece apoio de defesa aos países do Golfo e critica a repressão iraniana à população civil.
  • Espanha diverge da linha dos parceiros europeus, criticando a guerra e ressaltando o direito internacional e os impactos negativos da violência na região; Trump irritado com a posição chegou a ameaçar cortar relações, mas Washington recuou após a alegação de cooperação espanhola.
  • A Guarda Revolucionária do Irã advertiu que navios dos EUA, Israel e países europeus não devem cruzar o Estreito de Ormuz, uma rota estratégica para o petróleo mundial.

Europa apoia EUA e Israel na guerra contra Irã; Espanha se afasta

A Europa, com exceção da Espanha, tem dado apoio político ou logístico a Israel e aos EUA na guerra contra o Irã. O objetivo declarado é evitar a ampliação do conflito e exigir mudanças de regime, conforme relatos de autoridades e analistas.

O Reino Unido, a França e a Alemanha não condenaram os ataques a Teerã, mas atribuíram ao Irã a responsabilidade pela escalada. Além disso, pedem que o país persa aceite condições impostas por EUA e aliados. O direito internacional, porém, limita o uso da força.

O Reino Unido não descreve os ataques como condenáveis, mas critica as retaliações iranianas contra bases dos EUA. Londres também presta apoio logístico às forças dos EUA na região.

Reação de França e Alemanha

A França condena o programa nuclear iraniano, ainda que afirme buscar uma via defensiva europeia. Macron enviou dois navios de guerra ao Oriente Médio para operações conjuntas. A França promete ampliar seu estoque de ogivas, justificando ações de defesa.

A Alemanha diz que não cabe dar lições a parceiros que atacaram o Irã. Berlim afirma compartilhar objetivos de EUA e Israel de reduzir a capacidade iraniana de atacar, ainda que também trate de recuperação econômica regional.

Em conjunto, França, Reino Unido e Alemanha exigem o fim dos ataques iranianos e anunciam ações defensivas para neutralizar mísseis e drones na origem, segundo declarações conjuntas.

Portugal e Itália assumem posição prática

Portugal autorizou o uso de bases militares nos Açores por tropas americanas, sem se envolver nos ataques, cobrando o fim do programa nuclear iraniano. A medida foi apresentada como cooperação operacional condicionada.

A Itália não condenou a agressão, mas manifestou apoio às ações de defesa diante de retaliações iranianas a bases estrangeiras no Oriente Médio. Roma também presta solidariedade à população civil iraniana, ressaltando direitos humanos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais