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França cede base aos EUA com garantia de não uso contra Irã

França autoriza uso de base em Istres por Estados Unidos com garantia de não participação em operações contra Irã, limitando-se ao apoio logístico defensivo

El presidente francés, Emmanuel Macron, con un oficial del ejército después de su discurso en la Ile Longe el pasado 2 de marzo.
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  • França autorizou o uso da Base Aérea 125 de Istres‑Le Tubé por aeronaves estadounidenses, principalmente para reabastecimento em voo, não para operações contra Irã.
  • A autorização veio com garantia total de que os aviões não participarão das operações dos EUA em Irã, servindo apenas ao apoio à defesa de aliados na região.
  • A ministra das Forças Armadas, Catherine Vautrin, enfatizou que a autorização é exclusiva para esse tipo de atuação.
  • A medida ocorre em um contexto de postura defensiva de França, que já deslocou recursos militares ao Mediterrâneo oriental, incluindo o porta‑aviões Charles de Gaulle.
  • O conflito em curso envolve EUA, Israel e Irã, e autoridades diplomáticas destacam que, mesmo em defesa, ações podem ocorrer caso haja ataque ao território francês ou a seus interesses, mantendo a separação de operações entre França e Estados Unidos.

França autorizou o uso de uma de suas bases nacionais por aeronaves norte-americanas, com garantia de que não serão usadas contra o Irã. A decisão contrasta com declarações anteriores do governo francês, que dizia não permitir operações deste tipo.

A autorização envolve a Base Aérea 125 de Istres‑Le Tubé, no sudeste do país. Segundo o Estado-Maior, as aeronaves são principalmente reabastecedores em voo, atuando como estações de serviço aéreas. A garantia é de que não participem de operações dos EUA contra o Irã.

A ministra das Forças Armadas, Catherine Vautrin, ressaltou que a única autorização é para esse tipo de suporte logístico. O chanceler francês, por sua vez, afirma que a postura de Paris continua estritamente defensiva, ainda que tenha aumentado a presença militar no Mediterrâneo oriental, inclusive com o porta‑aviões Charles de Gaulle.

Desde o início do conflito entre EUA, Israel e Irã, na semana passada, França tem mantido um discurso de mobilização defensiva. Fontes próximas a Macron indicam que ações ofensivas não estão descartadas, mas sem participação direta na coalizão liderada pelos Estados Unidos e Israel.

A imprensa francesa destaca que a medida visa proteger interesses e aliados na região, sem comprometer o alinhamento oficial do país com uma atuação estritamente defensiva. Autoridades afirmam que o uso da base é limitado às funções de apoio logístico.

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