- França autorizou o uso da Base Aérea 125 de Istres‑Le Tubé por aeronaves estadounidenses, principalmente para reabastecimento em voo, não para operações contra Irã.
- A autorização veio com garantia total de que os aviões não participarão das operações dos EUA em Irã, servindo apenas ao apoio à defesa de aliados na região.
- A ministra das Forças Armadas, Catherine Vautrin, enfatizou que a autorização é exclusiva para esse tipo de atuação.
- A medida ocorre em um contexto de postura defensiva de França, que já deslocou recursos militares ao Mediterrâneo oriental, incluindo o porta‑aviões Charles de Gaulle.
- O conflito em curso envolve EUA, Israel e Irã, e autoridades diplomáticas destacam que, mesmo em defesa, ações podem ocorrer caso haja ataque ao território francês ou a seus interesses, mantendo a separação de operações entre França e Estados Unidos.
França autorizou o uso de uma de suas bases nacionais por aeronaves norte-americanas, com garantia de que não serão usadas contra o Irã. A decisão contrasta com declarações anteriores do governo francês, que dizia não permitir operações deste tipo.
A autorização envolve a Base Aérea 125 de Istres‑Le Tubé, no sudeste do país. Segundo o Estado-Maior, as aeronaves são principalmente reabastecedores em voo, atuando como estações de serviço aéreas. A garantia é de que não participem de operações dos EUA contra o Irã.
A ministra das Forças Armadas, Catherine Vautrin, ressaltou que a única autorização é para esse tipo de suporte logístico. O chanceler francês, por sua vez, afirma que a postura de Paris continua estritamente defensiva, ainda que tenha aumentado a presença militar no Mediterrâneo oriental, inclusive com o porta‑aviões Charles de Gaulle.
Desde o início do conflito entre EUA, Israel e Irã, na semana passada, França tem mantido um discurso de mobilização defensiva. Fontes próximas a Macron indicam que ações ofensivas não estão descartadas, mas sem participação direta na coalizão liderada pelos Estados Unidos e Israel.
A imprensa francesa destaca que a medida visa proteger interesses e aliados na região, sem comprometer o alinhamento oficial do país com uma atuação estritamente defensiva. Autoridades afirmam que o uso da base é limitado às funções de apoio logístico.
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