- A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que o Estreito de Ormuz está fechado apenas para navios dos Estados Unidos, de Israel, da Europa e de seus apoiadores.
- Em caso de observação de embarcações desses países, o IRGC disse que eles “certamente serão atingidos”.
- O estreito tem estado praticamente fechado desde o início da operação militar conjunta liderada pelos EUA e Israel.
- O conflito recente intensificou-se após ataque de um submarino americano a um navio iraniano próximo ao Sri Lanka, aumentando o risco para o transporte de petróleo.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu fornecer escolta naval aos navios que exportam petróleo do Oriente Médio, em meio à crise.
O Irã afirmou que o Estreito de Ormuz está fechado apenas para navios dos Estados Unidos, de Israel, da Europa e de seus aliados ocidentais. Segundo a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), a passagem pode ser controlada em tempos de guerra, com base em leis internacionais.
A declaração ocorreu em meio a uma escalada de confrontos que envolve ataques entre EUA e Irã. A região permanece sob tensão após uma operação conjunta dos EUA e de Israel contra o Irã, iniciada no fim de semana.
Também nesta semana, o estreito ficou praticamente desviado do tráfego mundial, afetando o fluxo de petróleo. Diversos fretes chegaram a sofrer interrupções, elevando a preocupação com o abastecimento global de energia.
O conflito no Oriente Médio se intensificou com ataques norte-americanos a alvos iranianos. O episódio incluiu um ataque a um navio de guerra iraniano próximo ao Sri Lanka, segundo relatos da imprensa regional.
Em resposta, o governo iraniano prometeu retaliação e descrições de ações que visam restabelecer equilíbrio regional. O presidente iraniano destacou que a retaliação é um direito e dever do país.
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que o governo continuará a apoiar a proteção de navios que exportam petróleo da região. A promessa inclui segurança e escolta naval para manter as rotas energéticas abertas, conforme autoridade anunciou.
A tensão envolve ainda retaliações contra países da região que abrigam bases militares norte-americanas, com declarações públicas de autoridades iranianas sobre ações futuras. A comunidade internacional observa o desenrolar dos conflitos com atenção às consequências para o comércio global.
Desdobramentos no Estreito e além
O fechamento parcial do Estreito de Ormuz é apresentado como medida de controle diante da escalada militar. Observadores avaliam riscos para a segurança marítima, ainda que não haja confirmação de retomada plena do tráfego na via.
Autoridades dos EUA e de aliados continuam monitorando a situação na região, enquanto o Irã sustenta sua posição sobre o controle das passagens em tempos de conflito. Analistas reforçam a importância estratégica da rota para o abastecimento global.
As próximas horas devem trazer novas movimentações diplomáticas e militares, com possíveis negociações para reduzir a tensão ou, alternativamente, combustão de novas fases de hostilidade.
Com informações da Reuters
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