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Marinheiros podem recusar navegar pelo Golfo do Oriente Médio, afirma sindicato

Marinheiros podem recusar navegar pelo Golfo do Oriente Médio sob acordo IBF; repatriação pela empresa e indenização de dois salários básicos, com adicionais em caso de morte ou invalidez

Boats in the Strait of Hormuz amid the U.S.-Israeli conflict with Iran, as seen from Musandam, Oman, March 2, 2026.REUTERS/Amr Alfiky
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  • Marinheiros podem se recusar a navegar em navios que passem pela região do Golfo Pérsico, incluindo o estreito de Hormuz, devido ao nível de ameaça mais alto.
  • Aproximadamente 300 navios estão ancorados em ambos os lados do estreito enquanto o conflito no Oriente Médio se intensifica.
  • Desde 28 de fevereiro, nove navios foram danificados e pelo menos um tripulante morreu.
  • Segundo o International Bargaining Forum, os trabalhadores podem recusar a navegar pela área, com repatriação custeada pela empresa e remuneração equivalente a dois meses de salário básico.
  • A Federação Internacional dos Trabalhadores do Transporte (ITF) informou que haverá remuneração mais alta e que a indenização dobra em caso de morte ou deficiência.

Seafarers podem recusar navegar por áreas do Golfo Médio, incluindo o Estreito de Hormuz, segundo o maior sindicato marítimo e grupos do setor. A medida ocorre após o aumento do nível de ameaça na região.

Cerca de 300 navios estão ancorados em ambos os lados do Estreito, em meio a um aumento da tensão com o conflito entre Estados Unidos e Irã. Desde 28 de fevereiro, nove navios tiveram danos e ao menos um marujo morreu.

Acordo entre marinhos e empresas, mediado pelo International Bargaining Forum (IBF), permite a recusa de entrada na área com repatriação custeada pela empresa e compensação equivalente a dois meses de salário básico. ITF detalha vantagens adicionais.

Detalhes do acordo e proteção aos trabalhadores

A ITF afirma que a proteção é válida para embarcações cobertas por acordos do IBF. Além disso, o regime prevê remuneração maior e aumento da compensação em caso de morte ou deficiência.

Stephen Cotton, secretário-geral da ITF, destaca que a designação atual oferece salvaguardas críticas para os profissionais em uma região considerada de alto risco.

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