- O aiatolá Javadi Amoli afirmou que o Irã está à beira de um grande teste e pediu união da população, dizendo que devem manter a aliança e lutar contra a América opressora.
- O Ministério das Relações Exteriores anunciou que a fragata iraniana Dena foi atacada por torpedo em águas internacionais na quarta-feira 4; o navio afundou e a maior parte da tripulação, segundo a autoridade, pode ter morrido, em ataque sem aviso prévio.
- A crise aumentou após ataques militares iniciados no sábado 28 por Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã, no contexto de tensões relacionadas ao programa nuclear do país.
- O governo iraniano disse que irá retaliar contra países do Oriente Médio que abrigam bases norte‑americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
- Meios estatais informaram, no domingo 29, a morte do aiatolá Ali Khamenei em decorrência dos ataques; o presidente Masoud Pezeshkian descreveu a ofensiva como a mais pesada da história e afirmou o direito de resposta.
Durante a transmissão da emissora estatal, o Irã afirmou estar numa fase decisiva e pediu à população que mantenha a união diante da situação, ressaltando a importância de preservar a coesão nacional em meio aos acontecimentos.
O clérigo Javadi Amoli citou um chamado do imã da época para lutar contra a América, ressaltando que o sangue da adversária estaria ligado aos responsáveis pela ordem. A fala enfatizou a hostilidade contestada pelo país.
Reação oficial
O ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, criticou um ataque americano a uma fragata iraniana, em águas internacionais, na quarta-feira. Segundo o chanceler, o navio afundou após o ataque e parte da tripulação pode ter morrido; a ação foi descrita como atrocities por parte do Irã.
Contexto do conflito regional
A crise se intensificou após uma série de ataques ocorridos no fim de semana, atribuídos aos EUA e a Israel contra alvos no Irã, ligados ao programa nuclear do país. O Irã informou planos de retaliação a bases norte-americanas na região, citando países com presença militar externa.
No domingo, meios estatais atribuíram ao líder supremo Ali Khamenei a morte decorrente dos ataques, uma informação não verificada de forma independente. O governo iraniano não confirmou oficialmente a veracidade do relato.
Reações internacionais
O presidente dos EUA, Donald Trump, comentou a possibilidade de novas ações iranianas, sinalizando que o país reagiria com uma força sem precedentes caso haja novos ataques iranianos, segundo veículos de imprensa.
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