Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Brasileira denuncia preconceito a bordo de voo de companhia alemã

Humorista brasileira denuncia preconceito de funcionária da Lufthansa em Berlim; acordo extrajudicial oferece 300 euros e doação a centro de refugiados

Fernanda explica que vai fazer show por um mês no Brasil e precisaria levar malas a mais para equipamentos de trabalho
0:00
Carregando...
0:00
  • A humorista brasileira Fernanda Arantes afirmou que uma colaboradora da Lufthansa recusou atendimento após ver sua nacionalidade brasileira, em Berlim.
  • Ela chegou cedo ao Aeroporto de Berlim para resolver pagamento de mala extra, mas não teve sucesso e descreveu comportamento agressivo da funcionária.
  • Fernanda disse que a comissária afirmou que não a atenderia mais por ser brasileira, dizendo para ela “pega as suas coisas e volta para o seu lugar”.
  • A Lufthansa informou que está ciente da situação, abriu investigação e pediu mais detalhes; Fernanda precisou acionar a polícia após não obter apoio suficiente.
  • Em acordo extrajudicial, a Lufthansa ofereceu 300 euros pelos prejuízos e enviou uma minuta para evitar divulgação; Fernanda pretende doar o dinheiro a um centro de refugiados em Berlim e cobra reconhecimento do ocorrido pela companhia.

Fernanda Arantes, humorista brasileira que vive em Berlim, relatou episódio de preconceito por parte de funcionária da Lufthansa ao tentar embarcar no voo para o Brasil. Segundo ela, a recusa ocorreu após a atendente perceber sua nacionalidade brasileira, no Aeroporto de Berlim.

A vítima chegou cedo ao aeroporto para resolver a cobrança de mala extra, mas não obteve atendimento satisfatório no guichê. Ao tentar falar com a comissária no interior da aeronave, Fernanda percebeu tratamento agressivo e afirmou que foi desrespeitada pela insistência em falar da sua posição na classe econômica, apesar de estar em conversa em alemão.

Relatos indicam que, após a identificação da nacionalidade no passaporte, a comissária afirmou que não atenderia mais a passageira, orientando-a a retornar ao seu assento. Em resposta, Fernanda ressaltou o desconforto com a atitude e com a forma como foi tratada.

Reação da Lufthansa

A companhia respondeu aos relatos, informando ter ciência do caso e mantendo contato direto com a passageira para esclarecer a situação. Em comunicação publicada, a Lufthansa disse que leva as preocupações a sério e que uma apuração cuidadosa está em andamento.

Em meio à repercussão, Fernanda afirma ter buscado apoio junto à polícia após não receber assistência adequada dos funcionários da empresa. A reportagem não conseguiu confirmar, até o momento, informações sobre registro de ocorrência.

Acordo extrajudicial

Após o caso ganhar destaque, a Lufthansa enviou uma mensagem reconhecendo o ocorrido e ofereceu uma indenização de 300 euros pelos prejuízos. Também foi encaminhada uma minuta para formalizar um acordo extrajudicial com o objetivo de evitar divulgação adicional do episódio.

Fernanda disse que pretende destinar os recursos recebidos a um centro de refugiados em Berlim e cobrou que a companhia reconheça publicamente o tratamento considerado preconceituoso. A jovem afirmou que segue buscando Justiça.

À CNN Brasil, a Lufthansa reiterou que está ciente da situação e reforçou que a avaliação está em curso, destacando o compromisso com a apuração das preocupações apresentadas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais