- O governo da Islândia anunciou que haverá referendo em 29 de agosto sobre retomar as negociações para adesão à União Europeia.
- A decisão acelera o compromisso de realizar a votação no prazo máximo de 2027.
- Reykjavik encerrou as negociações em 2013, mas o interesse voltou devido ao custo de vida e à guerra na Ucrânia.
- Pesquisas mostram curiosidade pública sobre a adesão, em meio a um contexto geopolítico tenso.
- A ministra de Relações Exteriores, Katrin Gunnarsdottir, disse que a decisão é unânime; o desfecho das negociações ficará sujeito a um segundo referendo sobre a adesão.
O governo da Islândia informou que realizará um referendo em 29 de agosto sobre a retomada das negociações para ingressar na União Europeia. A decisão foi anunciada após reunião do gabinete, com voto unânime.
O plebiscito poderá confirmar ou rejeitar o retorno às conversas com a UE, que ficaram suspensas desde 2013, quando o país encerrou as negociações após quatro anos de diálogo. O tema ganha importância diante de pressões econômicas e geopolíticas recentes.
Segundo o ministério das Relações Exteriores, a posição deriva de preocupações com custo de vida elevado e efeitos de conflitos internacionais, como a guerra na Ucrânia. A Islândia, com cerca de 400 mil habitantes, busca estabilidade econômica por meio da adesão.
O anúncio ocorreu após declarações da ministra das Relações Exteriores, Katrín Gunnarsdóttir, que afirmou a decisão do governo ter sido unânime. A titular ressaltou que, se houver avanço, o resultado final dependerá de um segundo referendo sobre a adesão.
O resultado do processo de negociação com a UE ficará sujeito a novo referendo, conforme a própria decisão do governo. A Islândia mantém a expectativa de esclarecer, por meio do voto, se prosseguirá com as tratativas de entrada no blocco europeu.
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