- a austrália pediu que familiares e dependentes de diplomatas no emirados árabes unidos deixem o país, em meio à escalada do conflito no oriente médio e a ataques iranianos a cidades do golfo.
- a ministra das Relações Exteriores, penny wong, afirmou que a situação de segurança na região se deteriorou e atualizou as orientações de viagem para não ir ao emirados árabes unidos.
- mais de 1.700 australianos chegaram à austrália em voos comerciais vindos dos emirados árabes unidos.
- cerca de 115.000 australianos estavam no oriente médio quando o conflito começou, há cerca de dez dias.
- a austrália, aliada próxima dos estados unidos, disse que não enviaria tropas ao oriente médio, mas avaliava pedidos de ajuda para proteger países de drones e mísseis iranianos.
Australia pede que familiares de diplomatas deixem os Emirados Árabes Unidos
A Austrália pediu que membros da família e dependentes de funcionários diplomáticos na região deixem os Emirados Árabes Unidos, diante da escalada do conflito no Oriente Médio. A medida acompanha o aumento da tensão após ataques com drones e mísseis em várias cidades do Golfo.
O Ministério das Relações Exteriores australiano informou que a situação de segurança na região se deteriorou e atualizou as orientações de viagem. O governo australiano continua a aconselhar seus cidadãos a não viajar aos EUA, citando riscos amplos na região.
Contexto regional e impactos
Foi citado que mais de 1.700 australianos já retornaram ao país em voos comerciais vindos dos Emirados. Ao todo, cerca de 115.000 australianos estavam no Oriente Médio quando o conflito teve início, há aproximadamente 10 dias.
Paralelamente, a Austrália, aliada dos Estados Unidos, afirmou que não enviará tropas para o Oriente Médio caso o conflito se intensifique. Contudo, houve sinalização de possíveis pedidos de apoio para proteção de países contra drones e mísseis iranianos.
Observação sobre o cenário internacional
Na esfera internacional, o presidente dos EUA afirmou haver resistência a negociações para encerrar ações militares entre Washington, Tel Aviv e Irã, ressaltando efeitos no preço de energia, nos negócios e nas viagens aéreas.
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