- No décimo dia do conflito no Oriente Médio, o petróleo chegou a US$ 120 o barril, com cortes de produção e o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% do petróleo mundial.
- A Agência Internacional de Energia propôs liberar reservas emergenciais do G7; EUA e outros membros já apoiam a medida.
- Nos EUA, a segurança interna sofreu abalos após uma bomba não explodida ser lançada em Nova York; o FBI investiga o caso e suspeitos dizem ter se inspirado no Estado Islâmico.
- O presidente Donald Trump disse, em rede social, que a alta do petróleo é um “pequeno preço” pela segurança global e que o valor cairá após a eliminação da ameaça iraniana; afirmou também que 80% dos lançadores de mísseis foram eliminados.
- Trump indicou a possibilidade de reduzir sanções ao petróleo russo para conter a alta, sob risco de nova ação caso o Irã interrompa o fornecimento global.
No 10º dia de conflito no Oriente Médio, o preço do petróleo atingiu US$ 120 o barril, diante de cortes na produção e do fechamento do Estreito de Ormuz, passagem de 20% do petróleo mundial. Fontes da Casa Branca dizem que o presidente Donald Trump cogita reduzir sanções ao petróleo russo para conter a alta. Trump publicou em redes sociais que a elevação é um custo pequeno pela segurança global, mas pode recuar após a retirada da ameaça iraniana.
A Agência Internacional de Energia recomenda liberar reservas emergenciais do G7, medida já apoiada por EUA e demais membros, para estabilizar o mercado. Nos EUA, a segurança interna sofreu abalos após uma bomba não explotada ser lançada em Nova York; a investigação segue sob supervisão do FBI, com suspeitos afirmando inspiração no Estado Islâmico. Trump afirmou que a operação no Irã está quase concluída.
Impactos econômicos e operacionais
Trump informou que 80% dos lançadores de mísseis do Irã teriam sido neutralizados, e sinalizou que novas ações poderiam ocorrer caso haja interrupção no fornecimento global de petróleo. Enquanto isso, a situação no Oriente Médio segue acompanhada por movimentos de líderes mundiais e por ajustes no mercado, com autoridades avaliando cenários de oferta e demanda. A comunidade internacional monitora respostas para evitar agravamento da volatilidade.
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