- Hezbollah disse que seus combatentes enfrentaram helicópteros israelenses e forças infiltradas em leste do Líbano, durante raid aéreo ocorrido na madrugada, em mais uma operação na região.
- O grupo afirmou ter reagido com armas adequadas às forças que se aproximavam do território libanês vindo do lado sírio; não houve comentário imediato do Exército de Israel.
- O conflito já entra na segunda semana, com alta devoção de vítimas: quase 400 pessoas mortas no Líbano desde o dia dois de março, segundo o ministério da saúde.
- Israel mantém ataques, incluindo fogo sobre os subúrbios de Beirute e um ataque a hotel na área de Rouche, que, segundo o Exército, matou cinco comandantes seniores da Guarda Revolucionária do Líbano.
- O Exército israelense aumentou a presença no sul do Líbano para defesa contra ataques de Hezbollah; também busca restos de Ron Arad na região de Nabi Chit.
O confronto entre Israel e o Hezbollah se intensificou em uma noite de operações no leste do Líbano, conforme relatos do grupo xiita e do governo israelense. O Hezbollah afirma ter enfrentado helicópteros e forças infiltradas, após uma incursão aérea israelense na região de Nabi Chit, no Bekáa. A sirene de ataques ecoou em várias áreas.
O Hezbollah diz ter observado 15 helicópteros sobre o leste do Líbano, com tropas israelenses se aproximando de território libanês vindo do lado sírio. O grupo acrescenta que usou armas proporcionais para enfrentar a operação. O Israeli military ainda não comentou o relato.
O Líbano reporta alta de mortos entre civis e combatentes desde 2 de março. A saúde libanesa aponta quase 400 vítimas em ataques israelenses, incluindo 83 crianças e 42 mulheres. Não há distinção oficial entre combatentes e civis nesses números.
domingo, dois soldados israelenses morreram no sul do Líbano, marcando as primeiras baixas oficiais do lado israelense desde o início do conflito. O Exército de Israel informou que reforços foram enviados para posições defensivas na região.
Em Nabi Chit, a operação aérea anterior buscava localizar restos do piloto Ron Arad, desaparecido desde 1986, mas não houve achados confirmados. O hospital de Beirute também registrou impacto de ataques na área central, incluídas vítimas entre civis.
Milhares de libaneses fugiram de áreas do sul e de Dahiyeh desde o início do conflito, que ampliou o raio de ações para além das zonas habitadas pelos xiitas. Beirute também sofreu ataques aéreos, com danos a instalações e infrações aéreas reportadas por autoridades locais.
O Exército israelense mantém posições na região sul e descreve as ações como medidas defensivas para impedir ataques de Hezbollah. A operação atual ocorre em meio a um confronto que já entra na segunda semana e envolve várias frentes.
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