- Investigação suíça sobre o incêndio no bar de esqui Le Constellation, que deixou 41 mortos, foi ampliada e incluiu o prefeito de Crans-Montana na lista de suspeitos.
- O prefeito Nicolas Feraud foi citado como réu em um dos documentos e deve ser interrogado em 13 de abril.
- Novas pessoas foram colocadas sob investigação por supostos crimes, incluindo homicídio culposo, segundo a Procuradoria do cantão de Valais.
- O incêndio ocorreu em 1º de janeiro e atingiu principalmente jovens; muitos permanecem hospitalizados com queimaduras.
- Os proprietários do bar, Jacques e Jessica Moretti, disseram cooperar com a investigação; eventual condenação pode levar a até 4,5 anos de prisão.
O Ministério Público suíço ampliou as investigações sobre o incêndio fatal no bar de esqui Le Constellation, em Crans-Montana, Valais. O fogo, ocorrido em 1º de janeiro, deixou 41 mortes, a maioria de adolescentes.
A nova fase inclui o prefeito da cidade, Nicolas Feraud, apontado como réu em um dos documentos obtidos pela Reuters. Ele foi convocado para depor em 13 de abril. Feraud reconheceu falhas em inspeções de segurança anuais do município.
O caso também ampliou a lista de investigados, com novas pessoas sob apuração por crimes suspeitos de homicídio culposo. Inicialmente, o foco recaiu sobre os proprietários franceses do bar, Jacques e Jessica Moretti, que continuam colaborando com as autoridades.
As autoridades suíças não divulgaram identidades adicionais, mantendo o sigilo sobre os demais investigados. O incêndio também afetou as relações com a Itália, já que seis cidadãos italianos morreram no incidente.
Crans-Montana, conhecido por suas pistas voltadas ao turismo de alto padrão, segue sob escrutínio por medidas de segurança e fiscalização, dopo o transtorno causado pela tragédia. A pena máxima prevista para os réus é de até 4,5 anos de prisão.
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