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Israel adiantou metas de guerra no Irã, diz embaixador na França

Embaixador de Israel na França diz que metas de guerra contra o Irã estão adiantadas, buscando enfraquecer o governo para conter ataques além das fronteiras

An Iranian missile flies towards Israel, amid the U.S.-Israeli conflict with Iran, as seen from Tel Aviv, Israel March 9, 2026. REUTERS/Dylan Martinez
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  • O embaixador de Israel na França disse, em Paris, que o país está adiantado nos seus objetivos de guerra no Irã.
  • Os objetivos incluem enfraquecer o governo iraniano para que a população possa “tomar o seu próprio destino” e impedir ataques além das fronteiras.
  • O plano envolve não apenas encerrar o programa nuclear, mas também reduzir a capacidade de Teerã de agir fora de suas fronteiras.
  • Sobre Mojtaba Khamenei, o embaixador afirmou que, se seguir as posições do pai, estaria na lista de pessoas a serem eliminadas.
  • Paralelamente, Israel iniciou operações contra o Hezbollah apoiado pelo Irã; Beirute quer negociações diretas, mas o embaixador disse que ainda não houve decisão nesse sentido.

Israel está à frente do cronograma para atingir seus objetivos de guerra no Irã, afirmou o embaixador de Israel na França, Joshua Zarka. Ele disse que a operação visa enfraquecer as autoridades do Irã para impedir ataques além de suas fronteiras e permitir que o povo iraniano escolha seu próprio futuro.

Zarka comentou que, quando questionados sobre a duração da guerra, a resposta foi de que seriam algumas semanas, e que isso não mudou. Os objetivos, segundo ele, vão além de interromper o programa nuclear iraniano.

Ações contra o Irã ocorrem simultaneamente a operações contra o Hezbollah, apoiado por Teerã, após ataques a território israelense. O Líbano busca negociações diretas para cessar os combates, mas o embaixador afirmou que Beirute não está desarmando o grupo.

Possível desfecho e posições regionais

Zarka disse não ter conhecimento de qualquer decisão de entrar em negociações para encerrar a guerra. Segundo ele, o fim do conflito dependeria da desarmamento do Hezbollah, o que, na visão dele, é uma decisão do governo libanês.

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