- O embaixador de Israel na França disse, em Paris, que o país está adiantado nos seus objetivos de guerra no Irã.
- Os objetivos incluem enfraquecer o governo iraniano para que a população possa “tomar o seu próprio destino” e impedir ataques além das fronteiras.
- O plano envolve não apenas encerrar o programa nuclear, mas também reduzir a capacidade de Teerã de agir fora de suas fronteiras.
- Sobre Mojtaba Khamenei, o embaixador afirmou que, se seguir as posições do pai, estaria na lista de pessoas a serem eliminadas.
- Paralelamente, Israel iniciou operações contra o Hezbollah apoiado pelo Irã; Beirute quer negociações diretas, mas o embaixador disse que ainda não houve decisão nesse sentido.
Israel está à frente do cronograma para atingir seus objetivos de guerra no Irã, afirmou o embaixador de Israel na França, Joshua Zarka. Ele disse que a operação visa enfraquecer as autoridades do Irã para impedir ataques além de suas fronteiras e permitir que o povo iraniano escolha seu próprio futuro.
Zarka comentou que, quando questionados sobre a duração da guerra, a resposta foi de que seriam algumas semanas, e que isso não mudou. Os objetivos, segundo ele, vão além de interromper o programa nuclear iraniano.
Ações contra o Irã ocorrem simultaneamente a operações contra o Hezbollah, apoiado por Teerã, após ataques a território israelense. O Líbano busca negociações diretas para cessar os combates, mas o embaixador afirmou que Beirute não está desarmando o grupo.
Possível desfecho e posições regionais
Zarka disse não ter conhecimento de qualquer decisão de entrar em negociações para encerrar a guerra. Segundo ele, o fim do conflito dependeria da desarmamento do Hezbollah, o que, na visão dele, é uma decisão do governo libanês.
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