- Netanyahu chama os iranianos a derrubar o regime, sinalizando preparação de terreno para um fim da guerra por decisão de Donald Trump, com a responsabilidade final ainda nos iranianos.
- Israel e aliados lançaram os bombardeios mais intensos até o momento; o mercado de petróleo oscila, com o Brent próximo de 92 dólares; o ministro de Exteriores israelense afirma que não busca guerra interminável.
- o Irã mantém tom desafiador; Ali Larijani ameaça Trump e a Guarda Revolucionária diz que bloqueará o petróleo do Golfo se houver ataques, definindo quem decide o fim da guerra.
- Trump ameaça bombardear o Irã com “20 vezes mais força”; o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, afirma que Teerã não busca cessar fogo, e sim atacar o agressor.
- Planos e diplomacia em pauta: o ministro de Exteriores iraniano afirma que a ideia de vitória rápida de mudanças de regime falhou; o Mossad convoca apoio pela internet; a Alemanha realiza a primeira visita diplomática desde o início da guerra, com foco no fim verificável do programa nuclear e dos mísseis balísticos.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu aos iranianos que derrubem o regime, em tom que sugere preparação para um desfecho rápido do conflito sem mudança de regime. A declaração vem após Trump sinalizar que o conflito estaria quase terminado.
Ambos os lados realizaram neste dia os ataques mais intensos desde o início da escalada, ampliando a pressão sobre territórios e áreas industriais. Mercados reagiram com alta volatilidade, mas o Brent permaneceu próximo de 92 dólares.
Autoridades iranianas endureceram o tom, com recomendações diretas ao ex-presidente dos EUA para evitar ações que ponham em risco a segurança regional. O Irã afirma ter controle sobre o ritmo do conflito e rejeita a ideia de cessar fogo imediato.
O governo de Israel reiterou que não busca apenas destruir programas militares, mas também alterar o cenário político regional. Netanyahu afirmou que os objetivos históricos incluem enfraquecer a influência da República Islâmica.
Em paralelo, o parlamento iraniano indicou mudança de tom e apoiou medidas para responder aos ataques, destacando que não há intenção de alto ao fogo sem garantias de retirada de ataques. O regime reforça que continuará agindo contra o que classifica de agressão.
O chanceler israelense afirmou que o objetivo é verificação do desarmamento militar iraniano e neutralização de mísseis de curto e médio alcance, além de reduzir a influência regional de Teerã. O governo alemão reforçou alinhamento com essa linha de atuação.
Segundo analistas, o cenário aponta para uma crise prolongada, com implicações econômicas globais e riscos de desdobramentos políticos internos em ambos os países. A comunidade internacional acompanha passos para evitar uma escalada ainda maior.
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