- O ministro do STF Alexandre de Moraes solicitou ao Ministério das Relações Exteriores explicações sobre a visita de Darren Beattie, assessor do governo dos EUA, ao Brasil, encaminhando o pedido ao chanceler Mauro Vieira.
- Moraes quer saber se Beattie possui agenda oficial ou missão diplomática no país e pediu detalhes sobre compromissos institucionais previstos durante a estadia.
- A requisição ocorre após a defesa de Jair Bolsonaro afirmar que Beattie teria compromissos diplomáticos em Brasília durante a visita.
- A visita, autorizada por Moraes, está marcada para o dia 18 de março, no Complexo Penitenciário da Papuda, dentro do horário de visitas da unidade.
- Beattie atua como assessor sênior do Departamento de Estado para políticas relacionadas ao Brasil e já criticou publicamente Moraes, qualificando-o como o “coração” de uma suposta perseguição política a Bolsonaro.
O ministro do STF Alexandre de Moraes solicitou ao Itamaraty informações sobre a visita de Darren Beattie, assessor sênior do governo dos EUA, a Brasília. O objetivo é esclarecer se a agenda do visitante tem caráter oficial ou diplomático e quais compromissos estão previstos durante a estadia.
Moraes encaminhou o pedido ao chanceler Mauro Vieira, pedindo detalhes sobre a possível missão diplomática de Beattie no Brasil e sobre a eventual agenda institucional durante a visita. A apuração visa verificar a natureza da viagem.
A solicitação acontece após a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmar ao STF que Beattie poderia ter compromissos diplomáticos em Brasília durante a passagem pelo país. Tal alegação foi usada para discutir a data de um encontro com Bolsonaro na prisão.
Beattie atua como assessor sênior do Departamento de Estado com foco em políticas relacionadas ao Brasil. Ele deve visitar o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde Bolsonaro está detido. A visita já havia sido autorizada por Moraes e está prevista para 18 de março.
A visita de Beattie ocorre dentro do horário regular de visitas da unidade prisional de Brasília. O objetivo é acompanhar o ex-presidente, conforme autorizado, sem detalhes adicionais sobre a agenda pública do visitante.
O visitante norte-americano já havia feito críticas públicas a Alexandre de Moraes e chegou a declarar que o ministro seria o “coração” de uma suposta perseguição a Bolsonaro. A nova solicitação do STF busca esclarecer o papel oficial da presença.
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