- Entre 22 e 26 de fevereiro, o navio-tanque Sarah, flag de Hong Kong, desligou temporariamente seus transponders para carregar óleo russo de embarcações menores próximo à costa de Omã.
- Seguiu para Singapura, onde pretendia repassar a carga a um segundo navio “sombra” com destino à China.
- Em 6 de março, após os Estados Unidos concederem uma licença de isenção de quarenta e oito dias para refinarias indianas comprarem crude russo, o Sarah mudou de rota repentinamente.
- A embarcação está prevista para chegar a uma refinaria no oeste da Índia em 14 de março.
- O contexto indica que, apesar do possível lucro para a Rússia, o benefício pode ser temporário diante de sanções e medidas de fiscalização internacional.
Entre 22 e 26 de fevereiro, a embarcação Sarah, vinsa Hong Kong, carregou óleo russo para ser enviado a navios menores operando perto da costa de Omã, desviando temporariamente seus transponders. A rota incluiu direção a Singapura, com a intenção de repassar o carregamento a uma segunda embarcação, de modo a seguir para a China.
Em 6 de março, um dia após os EUA concederem uma isenção de sanções de 30 dias para refinarias indianas comprarem petróleo russo, a Sarah alterou abruptamente o rumo. A partir de então, a expectativa é de que chegue a uma refinaria no oeste da Índia em 14 de março.
O navio Sarah é um cargueiro de 20 anos, com flag de Hong Kong. A reportagem acompanha as informações de autoridades e fontes do mercado, que indicam tentativas de movimentar o carregamento fora de rotas transparentes, incluindo a possível transferência para uma embarcação fantasma com destino à China.
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