- O ministro das Relações Exteriores da Grécia, George Gerapetritis, afirmou que Atenas não apoia acordos separados para entrada e saída de navios pelo Estreito de Ormuz, durante coletiva em Berlim ao lado do homólogo alemão.
- Ele disse que o objetivo é uma solução duradoura que garanta a paz, sob uma aliança mais ampla e sob a égide de organizações internacionais, em especial as Nações Unidas.
- Gerapetritis destacou que a Grécia é uma força dominante no transporte marítimo, com grande parte da frota mercante sob controle ou gestão gregos e tripulações com muitos marítimos do país.
- O Estreito de Ormuz é uma rota vital para cerca de 20% do comércio mundial de petróleo e gás natural liquefeito, e o fluxo tem sido prejudicado pelo conflito em curso envolvendo EUA, Israel e Irã.
- A declaração foi feita com foco na busca por uma solução coletiva e multilateral para a região.
Greece busca solução duradoura para manter livre tráfego no Estreito de Hormuz. O ministro das Relações Exteriores, George Gerapetritis, afirmou que Atenas não apoia acordos isolados que permitam a entrada e saída de navios pela via. A declaração foi feita nesta terça-feira, em Berlim, durante coletiva com o colega alemão Johann Wadephul.
Segundo Gerapetritis, o objetivo é garantir a paz na região por meio de uma solução estável, que conte com apoio de alianças amplas e das Nações Unidas. Ele ressaltou que a abordagem deve ser acompanhada por organizações internacionais, sem acordos setoriais.
A Grécia é atuante no comércio marítimo global, com uma das maiores frotas mercantes do mundo. Navios de propriedade ou gerência grega operam com tripulações formadas por muitos profissionais gregos, especialmente na região do Golfo.
O Estreito de Hormuz concentra parte relevante do comércio mundial, incluindo aproximadamente 20% de petróleo e gás natural liquefeito. A travessia tem sido afetada pelo conflito em curso envolvendo EUA, Israel e Irã, elevando a importância de soluções diplomáticas estáveis.
Gerapetritis participou da coletiva ao lado de Wadephul, em Berlim, sem indicar detalhes sobre negociações específicas. O ministro enfatizou que a cooperação internacional é essencial para sustentar a liberdade de navegação na região.
A Reuters informou que a situação no Golfo continua sob observação internacional, com autoridades buscando uma solução ampla que evite medidas unilaterais e promova estabilidade regional. A agência destacou a relevância de envolver atores chave em diálogos multilaterais.
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