- O Irã, por meio da Guarda Revolucionária Islâmica, prometeu vingança pela morte de Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional.
- Sardar Mousavi, comandante da Força Aeroespacial, afirmou que houve um “ataque rápido” e que “o céu do inimigo ficará mais espetacular”.
- A Guarda Revolucionária declarou ter lançado ataques “intensos” contra Israel em retaliação ao assassinato de Larijani.
- O comandante-em-chefe do Exército, major-general Amir Hatami, disse que a resposta iraniana seria “decisiva e lamentável” e que o sangue do mártir seria vingado.
- Ali Abdollahi, comandante do Quartel-General Central, afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve esperar surpresas, e que a resposta será devastadora; Ali Akbar Velayati prometeu desferir um golpe contra a “arrogância global” (EUA e Israel).
O Irã prometeu retaliação pela morte de Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional. A afirmação foi feita após o assassinato do diplomata iraniano, considerado uma figura-chave no governo.
A Guarda Revolucionária Islâmica informou ter lançado ataques intensos contra Israel em resposta ao ocorrido, segundo a mídia estatal. O anúncio ocorreu após o diagnóstico inicial da operação.
O comandante da Força Aeroespacial da Guarda afirmou que a ação seria rápida e que o céu do inimigo ficaria mais espetacular nesta noite. Não há informações detalhadas sobre danos ou vítimas.
O chefe do exército iraniano, major-general Amir Hatami, disse que a resposta seria decisiva e lamentável, citando que o sangue do líder iraniano seria vingado. A declaração foi veiculada pela Tasnim.
O major-general Ali Abdollahi, comandante do Quartel-General Central, declarou que o presidente dos EUA, Donald Trump, deve esperar surpresas, prometendo uma resposta devastadora até a rendição do inimigo, segundo a Tasnim.
Ali Akbar Velayati, conselheiro sênior, afirmou que o Irã desferirá um golpe firme contra a arrogância global, referindo-se aos EUA e a Israel, conforme a agência de notícias Tasnim.
Mais cedo, o Conselho Supremo de Segurança Nacional informou a morte de Larijani, descrevendo-o como assassinado e martirizado, ao lado de seu filho e de membros da equipe de segurança. O anúncio ocorreu na manhã de quarta-feira, horário local.
Israel reagiu aos desdobramentos, com o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, dizendo que Larijani havia sido eliminado na noite de segunda-feira. O governo israelense não detalhou as circunstâncias.
Larijani, nascido em 1958, chefiou a radiodifusão estatal iraniana por uma década e, a partir de 2005, tornou-se secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, atuando na formulação de políticas estratégicas, inclusive nucleares.
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