- Irã confirma a morte de Ali Larijani, líder efetivo do regime, após bombardeio aéreo israelense na madrugada de terça-feira, 17 de março, incluindo também Gholamreza Soleimani, chefe das forças Basij.
- Larijani chefiava o Conselho de Segurança, era considerado o cérebro por trás das estratégias de defesa e da política nuclear, além de ser o principal canal diplomático com o Ocidente.
- A morte de Larijani é descrita como a maior baixa do regime desde o início dos ataques israelenses e americanos ao Irã, quando o líder supremo Ali Khamenei teria sido assassinado.
- Soleimani, como chefe da Basij, também perdeu a vida no ataque, aprofundando o impacto político e militar para o regime.
- O episódio ocorre em meio a ataques israelenses e americanos e levanta a possibilidade de nova incursão terrestre, além de especulações sobre os objetivos militares de Israel e dos Estados Unidos.
O regime iraniano confirmou a morte de Ali Larijani, líder efetivo do país, em ataque aéreo atribuído a Israel ocorrido na madrugada desta terça-feira. Além dele, Gholamreza Soleimani, chefe das Basij, também morreu no bombardeio.
Larijani era chefe do Conselho de Segurança do Irã e figura-chave na formulação de defesa e política nuclear. Sua posição o tornava um dos diplomatas mais influentes na relação com o Ocidente.
O ataque ocorre em meio ao endurecimento das tensões entre Israel, EUA e Irã desde o início dos ataques contra o território iraniano. Autoridades israelenses e fontes ocidentais não confirmam oficialmente quem era o alvo.
O governo iraniano promete retaliação e reforça a mobilização de suas forças. Analistas avaliam riscos de escalada regional e possível resposta militar, incluindo ações indiretas contra bases aliadas.
Reação do regime e desdobramentos
O episódio eleva a pressão sobre o regime e sobre as lideranças associadas à condução da guerra. A morte de Larijani é vista como a maior baixa entre as altas hierarquias desde o início dos ataques.
Especialistas ressaltam que a perda afeta a coordenação diplomática com o Ocidente e a articulação de defesa nacional. Observadores destacam impactos na condução de negociações internacionais.
Poucas horas após o ataque, autoridades iranianas convocaram manifestações de apoio ao governo. Em paralelo, há relatos de tensão interna e preocupação com novas ações militares na região.
O diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renunciou no mesmo dia, citando objeção à guerra em curso no Irã. A saída aumenta a tensão entre Washington e Teerã.
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