- O governo britânico abriu uma investigação sobre o vazamento de detalhes de uma reunião do Conselho de Segurança Nacional que discutia um pedido dos EUA para usar bases britânicas.
- A conversa tratou do início do conflito com o Irã e do uso das bases Diego Garcia, no Oceano Índico, e RAF Fairford, na Inglaterra, inicialmente sob discussão.
- O primeiro-ministro Keir Starmer chegou a bloquear o uso das bases, mas posteriormente autorizou, sob a justificativa de ataques defensivos contra alvos iranianos.
- Segundo o Spectator, havia divisão entre os ministros presentes sobre o pedido dos EUA, com Starmer a favor e Ed Miliband e Rachel Reeves contrários.
- Antonia Romeo, a principal funcionária do governo, informou por carta que a investigação de vazamento foi iniciada; o porta-voz do governo não comentou além da carta.
- Além disso, o presidente dos EUA, Donald Trump, tem criticado Starmer em relação à conduta do Reino Unido durante o conflito.
O governo britânico abriu uma investigação sobre o vazamento de informações de uma reunião de segurança nacional. O encontro tratava de um pedido dos EUA para usar bases britânicas no início do conflito com o Irã e ocorreu no âmbito do Conselho de Segurança Nacional.
Keir Starmer, primeiro-ministro, havia inicialmente bloqueado o uso da base Diego Garcia, no Oceano Índico, e da RAF Fairford, na Inglaterra, mas posteriormente autorizou as bases para ataques defensivos contra alvos iranianos. A decisão provocou divergências entre membros do governo.
Relatórios da revista Spectator indicam que houve oposição entre ministros durante a reunião. Ed Miliband, ministro da Energia, e Rachel Reeves, ministra das Finanças, teriam se manifestado contra a posição de Starmer.
Antonia Romeo, a mais alta funcionária do governo, informou por escrito a parlamentares da oposição que a investigação sobre o vazamento já começou. Ela disse que vazamentos prejudicam as relações internacionais, especialmente com a aliança de Inteligência Five Eyes liderada pelos EUA.
O governo afirmou, por meio de um porta-voz, que não comentaria além da comunicação já enviada aos parlamentares. A carta, destacando a abertura da apuração, reforça o objetivo de manter a confidencialidade de informações sensíveis.
O tema ganhou relevância em meio a tensões com o Irã e ao estreitamento das relações com aliados ocidentais. O episódio ocorre em meio a declarações de líderes dos EUA sobre a cooperação na região.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, tem feito críticas a Starmer desde o início do conflito no Oriente Médio, afirmando que não estaria recebendo apoio suficiente. A imprensa acompanhou o desenrolar da pauta e as repercussões diplomáticas da medida.
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