- Irã prometeu uma resposta decisiva pela morte de Ali Larijani e lançou mísseis contra Israel.
- Dois iranianos morreram perto de Tel Aviv; países do Golfo interceptaram foguetes e drones contra alvos na região, incluindo bases americanas.
- Funerais de Larijani e de Gholamreza Soleimani, chefe da milícia Basij, estão previstos para hoje, segundo agências Fars e Tasnim.
- A Guarda Revolucionária afirmou ter atacado Israel em vingança pelo sangue de Larijani; Israel diz buscar localizar e neutralizar Mojtaba Khamenei.
- No cenário mundial, o petróleo oscila perto de cem dólares por barril; os EUA bombardearam instalações de mísseis no Irã para abrir o Estreito de Ormuz.
O Irã prometeu nesta quarta-feira uma resposta decisiva para vingar a morte de Ali Larijani, chefe de Segurança Nacional, e lançou uma série de mísseis contra Israel. A ofensiva ocorreu após Israel ser apontado como responsável pelo bombardeio que matou o alto escalão iraniano.
As forças iranianas disseram ter mirado centros em Israel, com início ainda na manhã local, segundo agências oficiais. Dois civis morreram em áreas próximas a Tel Aviv, e incêndios foram registrados em instalações locais.
Paralelamente, países do Golfo interceptaram foguetes e drones lançados contra alvos que incluíam bases norte-americanas na região. A ofensiva coincide com tensões associadas ao conflito regional e a retaliações anunciadas pelo Irã.
Contexto e desdobramentos
O Irã anunciou a organização de funerais para Larijani e para Gholamreza Soleimani, comandante da milícia Basij, que também morreu em ataque atribuído a Israel, conforme agências Fars e Tasnim.
O comando iraniano, por meio do Exército, afirmou que a resposta à morte de Larijani seria decisiva. Relatos oficiais indicam que o país mantém ações contra interesses norte-americanos e infraestrutura de parceiros regionais.
Reação internacional e cenário regional
O Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que a guerra tem impactos amplos, com volatilidade nos preços do petróleo já observada. O comércio de energia nos estreitos da região permanece sensitivamente ligado ao conflito.
O governo israelense disse estar empenhado em localizar e neutralizar o que chamou de ameaças emergentes, enquanto o movimento de aliados dos EUA analisa próximos passos estratégicos. Entre as lideranças do continente, a Turquia criticou ações de Israel.
Contexto econômico e humanitário
O barril de petróleo oscila em torno de 100 dólares, refletindo a instabilidade regional. Em meio ao agravamento do conflito, comunidades no Líbano relatam incremento de deslocamentos internos e dificuldade de abrigos, com instituições locais operando sob pressão.
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