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Quais figuras-chave iranianas morreram em ataques dos EUA e de Israel?

Ataques dos Estados Unidos e de Israel atingem a liderança iraniana, com a morte do aiatolá Ali Khamenei e de militares e assessores seniores

Iran's Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei waves during a meeting in Tehran, Iran, February 17, 2026. Office of the Iranian Supreme Leader/WANA (West Asia News Agency)/Handout via REUTERS/File Photo
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  • Os ataques entre os EUA e Israel contra o Irã começaram em 28 de fevereiro, atingindo a liderança do país e espalhando-se pela região.
  • O líder supremo, Ayatollah Ali Khamenei, foi morto em um ataque aéreo ao seu complexo em Teerã, aos 86 anos.
  • Também morreram Ali Larijani, secretário do Conselho Nacional de Segurança, e Ali Shamkhani, assessor próximo a Khamenei, em ataques ocorridos entre 28 de fevereiro e 28 de fevereiro.
  • Entre os comandantes militares, destacam-se Mohammad Pakpour, chefe das Forças Guardiãs da Revolução (IRGC), Aziz Nasirzadeh, ministro da Defesa, e Abdolrahim Mousavi, chefe do Estado-M maior das Forças Armadas, todos mortos em 28 de fevereiro.
  • Gholamreza Soleimani, comandante da Brigada Basij, morreu em 17 de março, segundo a imprensa iraniana, em novas operações de alto nível.

O conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã ganhou contornos inéditos a partir de 28 de fevereiro, quando ataques aéreos atingiram alvos estratégicos no Irã. As operações, ocorridas em meio a negociações nucleares mediadas pelo Oman, provocaram mortes de diversas figuras políticas e militares de alto escalão, alterando o cenário regional e impactando mercados de energia e rotas marítimas.

Segundo a imprensa iraniana, as ações visaram o núcleo da liderança iraniana, com repercussões em Washington e Tel Aviv. O objetivo declarado seria pressionar o Irã durante as negociações com o Ocidente, que vinham se delineando há semanas.

Além das ações de 28 de fevereiro, novos ataques ocorreram em 17 de março, ampliando o saldo de perdas entre autoridades centrais do país. As informações indicam uma ofensiva concentrada em Teerã, envolvendo diferentes ramos das forças armadas e do domínio político.

Principais alvos e consequências imediatas

  • O líder supremo Ayatollah Ali Khamenei morreu aos 86 anos em um ataque aéreo que atingiu o seu complexo em Teerã, em 28 de fevereiro. A liderança consolidou o controle sobre as estruturas de segurança e ampliou a influência regional.
  • Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, faleceu aos 67 anos em ataque nas proximidades de Teerã em 17 de março, acompanhado do filho e de um de seus assessores. Era considerado articulador de políticas de segurança e diplomacy com o Ocidente.
  • Ali Shamkhani, colaborador próximo de Khamenei, também foi morto em ataques a Teerã em 28 de fevereiro. Ex-ministro da Defesa e figura-chave na formulação de políticas de segurança e nuclear.
  • Mohammad Pakpour, comandante-chefe do Corpo da Guarda Revolucionária, foi morto em Teerã no dia 28 de fevereiro. Dirigiu as Forças Armadas Revolucionárias desde então.
  • Aziz Nasirzadeh, ministro da Defesa e ex-comandante da força aérea, morreu na mesma ofensiva de 28 de fevereiro, segundo relatos oficiais.
  • Abdolrahim Mousavi, chefe de gabinete das Forças Armadas, também foi morto durante a reunião de liderança em Teerã naquele dia. Responsável pela coordenação entre ramos militares.
  • Gholamreza Soleimani, comandante da Basij, foi morto em 17 de março, conforme a mídia estatal. Liderou a força paramilitar ligada à segurança interna.

Outras informações de fontes oficiais indicam que, além dos nomes confirmados, houve várias mortes entre oficiais do IRGC, do Exército Regular e serviços de inteligência, principalmente nas ações iniciais de 28 de fevereiro que miraram a alta cúpula.

Contexto estratégico e próximos passos

As ações integram uma série de ataques que marcou a escalada entre Irã e potências ocidentais, com impactos ainda a ser avaliados sobre a relação entre Teerã, Washington e aliados regionais. Autoridades iranianas e observadores descrevem o episódio como uma das ofensivas mais significativas contra o Irã nas últimas décadas, gerando incerteza quanto a desfechos diplomáticos e à estabilidade regional.

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