- Israel expandiu ataques a Beirut, atingindo apartamentos e prédios e deixando destroços perto de prédios governamentais, restaurantes e vias geralmente cheias de tráfego.
- Motoristas de entrega, como Hamza Hareb, passam a evitar carros com vidros escuros e lidam com o medo constante enquanto entregam comida. A Toters emprega cerca de 3.000 entregadores em Beirute, pagos por entrega.
- A Toters disse que não entrega em bairros sob ordens de evacuação e orienta os motoristas a desviar por rotas seguras quando possível.
- A violência já deixou quase 1.000 mortos e deslocou cerca de 1 milhão de pessoas no Líbano, levando moradores a dependerem cada vez mais de entregas para comida e itens básicos.
- Mesmo deslocados, trabalhadores continuam ativos; há relatos de uma motorista mulher entre os entregadores da Toters, e de colegas que precisam trabalhar para sustentar famílias.
Lebrão cresce com strikes em Beirute; entregadores enfrentam rotas arriscadas
Em Beirute, a campanha de ataques aéreos de Israel se ampliou para novas áreas da cidade, mirando supostos alvos do Hezbollah. Os bombardeios ocorreram nos últimos dias e atingiram prédios e ruas movimentadas, com moradores permanecendo em casa.
Para a população, as entregas de comida se tornaram essencial, diante do desa- fio de abastecimento. Comerciantes e restaurantes dependem de entregadores para levar refeições e itens básicos enquanto a capital observa sirenes e alarmes.
Delivery workers em meio ao risco
Cerca de 3 mil entregadores trabalham para a Toters, um dos apps mais usados no país. Os motoristas são pagos por entrega e precisam manter operações mesmo com o medo constante de novos ataques.
A empresa orienta que não haja entregas em áreas cobertas por avisos de evacuação e evita deslocamentos em zonas de risco, repassando informações a colegas para evitar rotas perigosas. Mesmo com a incerteza, muitos seguem trabalhando para sustentar famílias.
Histórias de quem segue na ativa
Entre os motoristas, alguns tiveram que deixar suas casas devido a ordens de evacuação, mas ressaltam que precisam do trabalho para manter as finanças. Outros passam a conduzir com mais cautela, sempre buscando rotas alternativas para chegar aos clientes.
Há também casos de pioneirismo entre as entregas: uma motorista, incomum no setor, trabalha ao lado do marido e afirma que a colaboração entre colegas é fundamental para enfrentar a crise. O objetivo comum é manter o acesso à comida e a itens básicos.
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