- Norte da Europa lidera o ranking de felicidade em 2025, com a Finlândia há nove anos no topo; Islândia, Dinamarca e Suécia completam o top 4.
- Costa Rica fica em quarto lugar, sendo o único país da América Latina entre os dez mais felizes do mundo.
- Entre o sexto e o décimo lugares aparecem Noruega, Países Baixos, Israel, Luxemburgo e Suíça, nessa ordem.
- Portugal ocupa a 69ª posição, entre Colômbia (68) e Croácia (70), com recuo de nove posições em relação ao ano anterior.
- O estudo, realizado pelo Centro de Investigação do Bem-Estar da Universidade de Oxford, abrange 147 países; Afeganistão aparece na última posição.
O Norte da Europa lidera o ranking dos países mais felizes no Relatório Mundial da Felicidade 2025, divulgado pela Universidade de Oxford. Os primeiros lugares privilegiam países da região, com a Costa Rica aparecendo em quarto lugar, a única nações da América Latina entre os dez primeiros. O estudo analisa fatores como bem-estar, economia, saúde, liberdade e percepção de corrupção.
Finlândia mantiene a liderança por nono ano seguido, seguida por Islândia, Dinamarca e Costa Rica. Entre o sexto e o décimo lugar aparecem Noruega, Países Baixos, Israel, Luxemburgo e Suíça, nesta ordem. O relatório é elaborado anualmente pelo Centro de Investigação do Bem-Estar da Universidade de Oxford e publicado na véspera do Dia Mundial da Felicidade, comemorado em 20 de março.
Portugal fica na 69ª posição, entre Colômbia (68) e Croácia (70). Dados de 2025 mostram que o país recuou nove posições em relação ao ranking anterior, quando estava na 60ª posição. O documento avalia felicidade e qualidade de vida, também considerando economia, saúde e percepção de corrupção.
Tendências globais
O estudo envolve 147 países. O Afeganistão permanece no último lugar da lista. Ao comparar 2006–2010 com 2023–2025, observa-se que há mais países com ganhos significativos (79) do que com perdas (41). Porém, a maioria dos países ocidentais industrializados apresenta níveis de felicidade abaixo dos registrados entre 2005 e 2010.
A análise aponta ainda que oito países com quedas superiores a um ponto estão em regiões com conflitos armados ou próximos a elas.
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