- Várias companhias aéreas da região seguem reduzindo voos em relação ao período pré‑guerra; juntas Air Arabia, Emirates Airlines, Etihad Airways, FlyDubai e Qatar Airways registraram dois mil e cinquenta e seis voos em vinte e quatro de fevereiro, ante oitocentos e sessenta em dezenove de março.
- Ethiopian Airlines mantém cancelados voos de e para Amã, Beirute, Bahrein, Doha, Kuwait, Dubai, Sharjah, Abu Dhabi e Damasco, com retorno previsto para Tel Aviv a partir de segunda-feira, vinte e três de março.
- Qatar Airways mantém operações temporariamente suspensas; autorizada a realizar rotas limitadas até vinte e oito de março, com retorno total apenas quando for seguro reabrir o espaço aéreo.
- Emirates Airlines, FlyDubai e Air Arabia operam com número limitado de voos; passageiros podem alterar rotas ou solicitar reembolso para passagens compradas até datas indicadas (emirates até quinze de abril, FlyDubai até trinta e um de março, Air Arabia até quinze de abril).
- Diversas companhias aéreas, como Lufthansa, Air France, British Airways, American Airlines, United Airlines e Delta Airlines, estabelecem políticas de remarcação ou reembolso para voos afetados até datas específicas, refletindo o atravessamento dos conflitos na região.
Mesmo com o aumento de tensões na região, várias companhias aéreas continuam reduzindo operações no Oriente Médio nesta sexta-feira, 20 de março de 2026. O recuo decorre dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, no fim de fevereiro. Dados do mapa de voos Flightradar24 indicam queda em comparação com números pré-conflito. Em 24 de fevereiro, as cinco principais operadoras da região registraram 2.056 voos; na quinta-feira anterior, 19 de março, foram 860.
A restrição de voos atinge diversas rotas entre o Oriente Médio, Europa, África e Ásia. Companhias de vários países mantêm cancelamentos, atrasos e mudanças de datas para passagens compradas antes do conflito, com políticas de remarcação ou reembolso. As medidas variam conforme a empresa e o país, com retorno gradual ainda incerto.
Destaques por companhia
- Ethiopian Airlines: voos de Amã, Beirute, Bahrein, Doha, Kuwait, Dubai, Sharjah, Abu Dhabi e Damasco permanecem cancelados até novo aviso. A expectativa é retomar rota para Tel Aviv a partir de 23 de março.
- Royal Air Maroc: rotas envolvendo Dubai e Doha canceladas até 31 de março.
- Turkish Airlines: permite remarcação gratuita ou reembolso para passagens compradas até 28 de fevereiro com destinos no Oriente Médio e região até 30 de abril; opção válida até 10 de junho.
- Etihad Airways: dezenas de voos realizados nesta semana; todas as rotas comerciais continuam canceladas. Passageiros com bilhetes até 31 de março, comprados até 28 de fevereiro, podem reagendar ou solicitar reembolso até 15 de maio.
- Emirates Airlines: opera com número limitado de voos; passageiro pode alterar rota ou pedir reembolso para passagens até 15 de abril.
- FlyDubai: operação restrita; alterações de passagem e reembolso estão disponíveis para bilhetes até 31 de março.
- Qatar Airways: operações temporariamente suspensas; retomada apenas quando as autoridades permitirem o espaço aéreo. Voos limitados autorizados até 28 de março.
- Air Arabia: retomou em 6 de março rotas limitadas para alguns países até 15 de abril.
- Air India: atua como ponto de conexão regional com 36 datas extras de voos de/para Londres, Frankfurt, Zurique e Toronto entre 19 e 28 de março; mantém alta atividade entre Emirados Árabes, Omã e Arábia Saudita.
- Lufthansa: suspende voos para Dubai, Abu Dhabi, Amã, Erbil e Beirute até 28 de março; Tel Aviv até 9 de abril; Riade até 5 de abril; Teerã até 30 de abril.
- Air France: cancelamentos até 21 de março para Riade, Dubai, Tel Aviv e Beirute; opções de alteração ou reembolso.
- Oman Air: voos adicionais até 22 de março para Londres, Cairo, Roma, Paris, Kuala Lumpur, Phuket, Bangkok e Salalah; cancelamentos até 31 de março para Amã, Dubai e outras capitais regionais.
- Japan Airlines: suspendeu voos Tóquio–Doha até 1º de abril.
- Iberia: alguns voos para Doha cancelados; opções de alteração, reembolso e acomodação caso necessário; operações para Tel Aviv canceladas até 28 de março.
- Malaysia Airlines: retomou Jeddah e Medina; voos para Doha suspensos até 28 de março.
- British Airways: impossibilitada de operar para várias cidades do Oriente Médio; manterá operações para apoiar clientes em outros itinerários.
- American Airlines: permite remarcação sem taxa para voos até 1º de junho entre Abu Dhabi, Amã, Bahrein, Doha, Dubai, Larnaca e Tel Aviv; opção de cancelamento com reembolso.
- United Airlines: passageiros com voos para Dubai ou Tel Aviv podem alterar sem taxa até 19 de abril; reembolso também disponível.
- Delta Airlines: cancelamentos JFK–Tel Aviv até 31 de março e retorno a 1º de abril; rota Tel Aviv–Atlanta retomada em agosto; remarcação sem taxa, ou reembolso.
As medidas refletem a continuidade de influência de conflitos na aviação regional, com cada empresa adotando políticas próprias de reagendamento, cancelamento e reembolso. Autoridades internacionais devem emitir novas diretrizes conforme a situação evolui.
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